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O governador Robinson Faria visitou, na manhã deste sábado (09), a Central da Agricultura Familiar, centro de comercialização inaugurado no atual governo onde agricultores têm a oportunidade de comercializar seus produtos sem atravessador.

Robinson chegou na central as 7h20, acompanhado apenas do secretário da Agricultura, Guilherme Saldanha, e tomou café da manhã com produtos regionais no local.

O governador visitou os estantes, conversou com produtores e compradores. “A Central era um pleito de décadas dia agricultores, que foi inaugurada em nosso governo”, comentou.

Entre os atrativos, estão a degustação de produtos, café da manhã e almoço durante toda semana, além da presença de um trio de sanfoneiro aos sábados,  o Forró Meirão, , das 11h às 13h, para distrair os visitantes. O horário de funcionamento também mudou, depois de se observar o comportamento dos consumidores. De segunda a sexta, as barracas funcionam das 6h às 14h, enquanto os boxes esticam até 15h. No sábado, todos abrem das 6h às 14h.

Sobre a Central da Agricultura Familiar

Fruto de uma parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a Central recebeu investimentos de R$ 1.570.000,00 para equipamentos e móveis, sendo R$ 1.413.000,00 provenientes do MDA e R$ 157 mil referentes à contrapartida do Governo do Estado, por meio da Emater/RN.

Esses recursos foram destinados à aquisição de mobiliário, veículos (dois caminhões e um carro de passeio), equipamentos de informática, audiovisual, dentre outros, cujas licitações foram realizadas também pela Emater. Para as obras de recuperação da estrutura foram investidos R$ 705 mil, em parceria com o Governo Cidadão/Banco Mundial.

A Central está sendo administrada pela Cooperativa Central da Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte (Cooafarn), também selecionada pelo Edital de Chamada Pública, juntamente com o Comitê Gestor que é composto por representantes da Sape, Emater e pelo conjunto dos permissionários. Conta ainda com apoio financeiro e logístico da Emater e Sape, que custeiam as despesas básicas com energia e água, garantindo assim o funcionamento do espaço.

 

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