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“O cinema nasceu documentário, pelas lentes dos irmãos Lumière”. Pensando nessa afirmação, o Cineclube Natal inicia, a partir da próxima quinta-feira (4), sua terceira mostra temática de 2013: Metacinema: o cinema fala de si. A seleção traz seis exemplares do cinema documental dedicado ao processo de fazer filmes – da trajetória de grandes atores ao quase fracasso de algumas produções, passando, inclusive, pelo ofício de quem trabalha fazendo a crítica desses filmes. A mostra, mais uma parceria do Cineclube Natal e de de Nalva Melo Café Salão, inaugura um novo formato de calendário de exibições. Os filmes estão divididos em dois blocos, cada um deles em um fim de semana. Serão três filmes entre os dias 4, 5 e 6 de julho; e o restante, entre os dias 11 e 13 do mesmo mês.

Começando com Francis Ford Coppola – O Apocalipse de Um Cineasta, construído com imagens que a esposa do diretor fez durante as filmagens de Apocalipse Now, a mostra traz um lado quase sempre escondido nos tradicionais making ofs: as crises nos sets, que podem inviabilizar um filme ou levar um diretor à insanidade. O mesmo tema é abordado no terceiro dia, com a exibição do clássico do cinema nacional Cabra Marcado para Morrer, de Eduardo Coutinho. No longa, que teve suas filmagens interrompidas em 1964 em virtude do golpe militar que levou à prisão parte da equipe, Coutinho reconstrói, 20 anos depois, a história das ligas camponesas no interior da Paraíba e como o golpe e as primeiras filmagens modificaram a vida de seus personagens.

Ainda cabem, nesse pacote, um filme sobre a tempestuosa e também lendária relação de trabalho entre dois mitos do cinema, Werner Herzog e Klaus Kinski, a ser exibido no segundo dia de mostraa produção Crítico – Um Filme Sobre o Ver e o Fazer Filmes, do cultuado Kléber Mendonça Filho, de O Som ao Redor; e um panorama do cinema japonês pelas lentes do expoente da nouvelle vague daquele país, o cineasta Nagisa Oshima, morto no início deste ano. E termina, no dia 13 de julho, com Uma Carta para Elia, uma homenagem ao cinema de um mestre, Elia Kazan, por outro mestre, o diretor Martin Scorsese.

As sessões começam sempre às 19h, em Nalva Melo Café Salão. É cobrado um valor de manutenção de R$ 4. Antes dos filmes, haverá, a cada dia, a exibição de curtametragem surpresa.

Programação completa:

Quinta-feira (04/julho) – Francis Ford Coppola – O Apocalipse de Um Cineasta

Sexta-feira (05/julho) – Mein liebster Feind – Klaus Kinski (Meu melhor inimigo)

Sábado (06/julho) – Cabra Marcado para Morrer

Quinta-feira (11/julho) – Crítico – Um Filme Sobre o Ver e o Fazer Filmes

Sexta-feira (12/julho) – 100 Anos do Cinema Japonês

Sábado (13/julho) – Uma Carta para Elia

(84) 8805-4666 | (84) 9406–8177
Av. Hermes da Fonseca, 407, Mercado de Petrópolis, Box 51, Tirol, 59020-000 – Natal/RN
De 06 a 12 de maio de 2013, a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte apreendeu durante esta semana 17 armas de fogo e 87 munições de calibres diversos em todo o Estado.
Além disso, a PMRN capturou sete foragidos da Justiça, recuperou 8 veículos com queixas de roubo ou furto, apreendeu 61 pedras de crack, 38 trouxinhas de maconha, aproximadamente 100 gramas de cocaína e 3 balanças de precisão.
Das 17 armas de fogo, 11 foram apreendidas na Região Metropolitana e 6 no interior do Estado.

Fotógrafo João lobo ministra palestra sobre fotografia contemporânea

Redação/eliasjornalista.com

Nesta-sexta-feira (5), o fotógrafo paraibano João Lobo ministrou palestra “Luz e Movimento na Fotografia Contemporânea” seguido de uma exposição na galeria Conviv’Art, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

A palestra foi uma oportunidade para o público tomar conhecimento sobre os caminhos seguidos pela fotografia nas artes visuais nos dias de hoje.

Um poeta contemporâneo que utiliza suas lentes para retratar a fotografia como uma obra de arte. Nascido no interior da Paraíba, mais especificamente em Brejo da Cruz, a vida de João Lobo mudou quando começou a se interessar por imagens aos 20 e poucos anos, na década de 80. Inquieto e curioso, o trabalho no fotojornalismo – a primeira de suas escolhas na área fotográfica – não o satisfez. Sua vontade era ir além do fato, da imagem-notícia, da narrativa de um evento. Sua agitação pedia mais: o que ele queria era experimentar, ir além do registro e mostrar que a fotografia era, sim, capaz de produzir arte.

Essas experiências o levaram para a Universidade, onde aprofundou conhecimentos teóricos e, também, a lecionar, para que seu trabalho não fosse tão solitário como se apresentava: “A Universidade foi consequência do meu aprendizado. O meu estudo de fotografia sempre foi solitário”. Assim como a de um cientista, sua aprendizagem foi a experiência, pura tentativa e erro. Experiência essa que o levou a sair do Brasil e a levar seus trabalhos para diversos países, como Portugal, Argentina, Espanha, França, Holanda e Chile.

Além da interação, os participantes tiveram a oportunidade de conferir as imagens do fotógrafo João Lobo. O projeto reúne no mesmo espaço as fotografias que compõem as exposições “Across Lens” e “Tessituas Urbanas”, que rederam um livro-catálogo e um vídeo, e trazem uma visão crítica do usual encontrado por ele no caos dos centros urbanos.

 

O projeto “Across Lens” ficará aberto à visitação até dia 26 de abril. As exposições já passaram por João Pessoa (PB) e Recife (PE). No próximo semestre, estão agendadas para Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina).

Foto: João Lobo

Luz e movimento na fotografia contemporânea

 

Palestra com o fotógrafo paraibano João Lobo será na UFRN com entrada franca

O público potiguar tem a chance de conferir as imagens experimentais do fotógrafo João Lobo, reunidas no projeto multimídia “Across Lens”. A exposição abre no dia 4 de abril, às 19h, na Galeria Conviv’Art, no Centro de Convivência da UFRN. O projeto reúne, num mesmo espaço, as fotografias que compõem as exposições Across Lens e Tessituras Urbanas.

Esta será uma boa oportunidade para o público natalense tomar conhecimento sobre os caminhos seguidos pela fotografia nas artes visuais de hoje. No dia seguinte da abertura da exposição, 5 de abril, às 9h, na Galeria Conviv’Art, no Centro de Convivência da UFRN, João Lobo ministrará a palestra “Luz e Movimento na Fotografia Contemporânea”.

Em seguida, haverá um debate sobre o tema entre o fotógrafo e a curadora Bete Gouveia (diretora do Instituto de Arte Contemporânea da Universidade Federal de Pernambuco), com mediação de Bruna Lobo (Coordenadora de Artes Visuais da FUNESC/PB e professora da Faculdade IESP).

O projeto “Across Lens” ficará aberto à visitação até dia 26 de abril. As exposições já passaram por João Pessoa (PB) e Recife (PE). No próximo semestre, estão agendadas para Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina).

SERVIÇO

Projeto Across Lens

De 4 a 26 de abril de 2013

Vernissage: 4 de abril, às 19h

Local: Galeria Conviv’Art – Centro de Convivência, Campus da UFRN

Palestra e debate: “Luz e movimento na fotografia contemporânea”

Data: 5 de abril, às 9h

Debatedores: João Lobo, Bete Gouveia e Bruna Lobo (mediadora)

Local: Galeria Conviv’Art – Centro de Convivência, Campus da UFRN

O fotógrafo João Lobo

Nascido no interior da Paraíba, mais especificamente em Brejo do Cruz, a vida de João Lobo mudou quando começou a se interessar por imagens aos 20 e poucos anos, na década de 80. Inquieto e curioso, o trabalho no fotojornalismo – a primeira de suas escolhas na área fotográfica – não o satisfez. Sua vontade era ir além do fato, da imagem-notícia, da narrativa de um evento. Sua agitação pedia mais: o que ele queria era experimentar, ir além do registro e mostrar que a fotografia era, sim, capaz de produzir arte.

Essas experiências o levaram para a Universidade, onde aprofundou conhecimentos teóricos e, também, a lecionar, para que seu trabalho não fosse tão solitário como se apresentava: “A Universidade foi conseqüência do meu aprendizado. O meu estudo de fotografia sempre foi solitário”. Assim como a de um cientista, sua aprendizagem foi a experiência, pura tentativa e erro. Experiência essa que o levou a sair do Brasil e a levar seus trabalho para diversos países, como Portugal, Argentina, Espanha, França, Holanda e Chile.

As imagens de João Lobo buscam desconstruir o real e servem como suporte e estímulo ao trabalho sempre inovador que o caracteriza. É um experimentalista no sentido mais amplo. Trabalha com a luz, com diferentes filmes, quebrando regras de exposição e processamento, obtendo resultados que quase sempre nos surpreendem e acabam produzindo imagens que nos causam um descondicionamento do olhar. Nada é visto da forma que realmente é. Isso só é possível de ser feito com sucesso, porque sua base tradicional e acadêmica na fotografia é bastante consistente. Nada, nele, é por acaso. Os riscos são calculados e ele conhece muito de regras e padrões a ponto de quebrá-los e, novamente, como qualquer cientista, ser capaz de reproduzir a experiência, obtendo os mesmos resultados.

Estes quase 30 anos em que vem transitando entre a prática e teoria, permitiram-lhe desenvolver um olhar crítico e um conhecimento da produção contemporânea, especialmente quando o assunto é arte, uma área em que muitos ainda patinam e se eximem de comentar. O sangue paraibano de João Lobo não lhe permite a isenção. Ele é categórico ao afirmar: “a fotografia está no ápice de seu reconhecimento como arte. A gama de possibilidades que o digital proporcionou, induziu o fotógrafo a mostrar suas produções mais abertamente e em maior escala”.

Nisso ele também tem razão. E, como bom crítico, não fica apenas num discurso saudosista ou criticando novas tecnologias. Ele consegue compreender a transformação de visualidade que o digital trouxe não só para a fotografia, mas para a arte de uma maneira geral: “Outro aspecto salutar é a maior interatividade entre fotografia e artes visuais. De um modo geral, isso facilita o aprendizado e define uma melhor contextualização no ambiente artístico.”

Texto de Simonetta Persichetti, extraído do livro “João Lobo”

Coleção SENAC de fotografia – Editora SENAC-SP, 2008.

 

Banda se apresentará no Sancho em festa de ressaca de carnaval da imprensa

 

 

Agora é oficial. O Grafith, que sempre arrasta multidões, sendo considerada banda “da massa” de todos os gostos e classes sociais, estará no 7º Tô na Mídia, ressaca do carnaval da imprensa potiguar, que acontecerá na próxima sexta-feira, 15, no Sancho Music, em Ponta Negra.

 

Com 25 anos de carreira agora em 2013, o grupo, através de um dos seus líderes, o agora vereador de Natal, Junior Grafith, aceitou o convite da organização da festa e promete fazer uma apresentação que levará os jornalistas e agregados a relembrarem os melhores momentos do carnaval, através das famosas músicas autorais “Me pegar pode, me amarrar não” e “Dança da cordinha”.

 

Composta pelos quatro irmãos João Batista – conhecidos como Joãozinho, Luís Cláudio (Kaká), Júnior e Carlinhos -, o Grafith possui marca registrada tanto no Rio Grande do Norte como em outros estados do Nordeste e vem conquistando fãs em grandes cidades e no interior, com sucesso estável, mantendo fielmente seus seguidores.

O evento também contará com os sons já aprovados do público potiguar: Pedro Luccas e Banda Novo Grito, que já são parceiros do projeto e estão no ranking dos grupos mais requisitados das festas do estado, tendo se apresentado nos principais trios elétricos e palcos dos carnavais da região.

 

SERVIÇO:

Tô na Mídia 2013

Dia 15 de março, 21h

Sancho Pub (Ponta Negra)

Grafith, Pedro Luccas, Batuketu e Novo Grito

 

www.bandagrafithrn.com.br

http://www.facebook.com/BandaGrafithOficial

Twiter: @GrafithOficial

 

Para ficar por dentro das notícias do Tô na Mídia diariamente, vejam:

Twiter: @tonamidiarn

Evento no Facebook: Tô na Mídia 2013 (http://www.facebook.com/events/544586622228555/?fref=ts)

 



Assessoria de Imprensa
Elaine Vládia
Telefones: (84) 9471 7941/ (84) 8716 7680
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Twitter: @elainevladia

Fotos: Elias Medeiros

Por Elias Medeiros / www.eliasjornalista.com

A Universidade Potiguar (UNP) realiza cerimônia de colação de grau para os formandos do semestre 2012.2. O evento aconteceu na noite desta segunda-feira (28) no Centro de Convenções em Natal e abrangeram os cursos de Letras, Pedagogia, História, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, CST Design Gráfico e CST Design Interiores.

Uma noite histórica para centenas de estudantes marcada pela emoção e participação dos familiares e amigos. Entre os formandos, a história de superação do repórter fotográfico Fábio Cortez, ex-Diário de Natal que não escondia a emoção por concluir o Curso de História. “Foi uma batalha, sempre acreditei no meu potencial e com total apoio familiar venci todas as adversidades, inclusive a de está desempregado no decorrer do curso. O que posso dizer é que estou muito feliz e agradeço a Deus por esse momento tão especial na minha vida. Continuo acreditando, que ao se fechar uma portar, aos que tem fé, Deus abre várias e por esse motivo estou aqui nesta noite”, conclui Fábio.

Para os novos profissionais que estão sendo lançados ao mercado de trabalho, através dos ensinamentos da UNP, esta etapa consolida a qualidade da instituição de ensino no Estado do Rio Grande do Norte. Os jornalistas recém-formados, Heitor Gregório e Rodrigo Loureiro, que já atuam na área, a conclusão do curso de comunicação social com habilitação em jornalismo, carimba de vez a permanência no mercado de trabalho que eles já conhecem. “Sem dúvida alguma o preparo necessário para continuar a profissão que escolhemos, foram colhidos na universidade”, destaca Heitor.

A presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Norte (SINDJORN) Nely Carlos,  foi homenageada como Patrona do Curso de Comunicação Social Jornalismo e agradeceu o convite e a homenagem por representar os alunos formandos que, segundo ela, terão um caminho importante para seguir após a conclusão desta etapa da vida de cada um.

22 de janeiro de 2013 às 10:59

O sertão pede socorro

 

Voltando de Parelhas para Natal nesta segunda-feira (21), resolvi fazer o registro de três grandes reservatórios de águas do RN. Boqueirão em Parelhas, Gargalheira em Acarí e Dourado em Currais Novos. São açudes que estão na sua capacidade crítica e que demonstra a situação e consequências da seca no interior do nosso RN. A situação está caótica e não existe a possibilidade de nem pensar que não vai chover este ano.
Enquando isso vejam o vídeo onde o Fantástico faz uma reportagem sobre as obras transposição do rio  São Francisco e o sofrimento do sertanejo:

TCU vê R$ 734 mi em irregularidades na obra do Rio São Francisco

Projeto já se arrasta há cinco anos e deveria levar água para a região que enfrenta a pior seca dos últimos 40 anos.

CLIQUE AQUI PARA VER O VÍDEO

27 de novembro de 2012 às 07:25

Viver para pintar

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A trajetória de Demetrius Montenegro, artista autodidata que fez do litoral um refúgio especial para pintar o Agreste, suas gentes, seus hábitos e suas cores


Texto: Paulo Araújo

Foto: Gabriel Dias

 

A biografia de Demetrius Montenegro pode muito bem rivalizar com sua própia criação pictórica. Ela começa com uma história digna da pena de Gabriel García Marquez e do realismo mágico latino-americano na cidade potiguar de Nova Cruz, há 33 anos. Até hoje, comenta-se por lá que quando a mãe de Demetrius estava grávida, com um barrigão pesado de seis meses, sentiu uma força estranha acompanhada de uma vontade inexplicável de pintar, mesmo sem nunca tê-lo feito. O impulso incontrolável fê-la juntar pincéis e tintas e colorir todo o enxoval do futuro pintor em menos de um mês.

 

Sua infância foi marcada pelo “exotismo” de morar no Agestre potiguar – região que nem é o Sertão, com suas paisagem áridas e quentes, nem o Litoral, zona aprazível onde está a fartura da água do mar. O Agreste é a própria alma de Demetrius: insondável. Vida ao ar livre, brincadeiras junto à natureza, banhos de rio, contemplação da natureza: este é o mundo primitivo que ele tanto ama e de onde tira constantemente inspiração para desenhar e pintar, mesmo estando há seis anos à beira do mar de Pipa.

 

O contato com as obras de pintores clássicos que também viram e retrataram com pincéis um mundo repleto de elementos da natureza foi fundamental para definição do estilo de Demetrius. Da galeria de “afetos” pessoais fazem parte o italiano Giovanni da Fiesoli – mais conhecido como Fra Angélico, que entre o final do Gótico Tardio e começo do Renascimento nos legou obras sublimes como “A Anunciação” –, o holandês Vicent Van Gogh e seus campos de girassóis ensolarados e, ídolo dos ídolos, o francês Paul Gaugin, este último também perseguidor da luz pictórica que recobria os habitantes dos mares do sul na Polinésia Francesa.

 

É curioso notar, também, que Demetrius sacrificou família e dinheiro em busca dos seus objetivos pictóricos,como fizeram muitos dos seus mestres ao longo da história da arte. Desde cedo, o “pintor de fim de semana” ouviu palavras de desistímulo, mas fez delas o leitmotiv para, como gosta de reforçar, “viver para pintar”. Filho de professores, tornou-se policial militar – um universo onde, imagina-se, não há lugar para almas sensíveis – e hoje concilia a atividade com tintas, telas e solventes neste charmoso ateliê, não por acaso instalado na Rua do Céu, em Pipa.

 

Ao longo desse curto período “oficial de carreira, Demetrius já produziu mais de 120 quadros – a maioria adquirido por estrangeiros que frequentam a praia. Ele calcula que suas telas, retratando o agreste potiguar, sua gente e suas cores já enfeitam paredes em aproximadamente 10 países na Europa. “Filhos eternos”, lembra. Ao jogarmos uma lupa sobre essa sensível produção, notaremos elementos recorrentes na maioria das telas. O mais frequentes são os vasos (que em alguns momentos aparecem representado a magia do Oriente, como na tela Das Arábias, e noutros são puro mistério, como n’O Tocador de Pífanos). A inspiração? Um velho pote de barro utilizado por sua vó para guardar água potável em Nova Cruz e onde o menino sempre via, encantado, pequenas rãs se refugirarem do calor na parte mais escura do utensílio indígena.

 

Movido pela cor, que são várias na palheta de Demetrius, as telas explodem principalmente em azul, amarelo e vermelho. O azul do mar de Pipa serve apenas de inspiração para, tal qual o auxílio luxuso de um pandeiro num samba, eleva aos céus um Ícaro balofo que tentar voar utilizando um guarda-chuva. Como, de novo, o menino Demetrius tentou fazer um dia em Nova Cruz. O amarelo que explode num conjunto de girassóis serve de cama flutante para um casal de amantes. E o vermelho, uma das marcas registradas do pintor, marca de carmim os cajus, talvez a fruta mais suculenta e erótica do Agreste.

 

Mas nada pode ser mais encantador do que as telas que retratam as festas no interior, os pequenos cabarés, as mulheres lânguidas e os malandros sestreiros, os vaqueiros, os retirantes que fogem da seca rumo para não se sabe onde, o universo colorido e alegre do circo, os jogadores de peladas que espreitam mulheres peladas por cima do muro e o mundo ingênuo das crianças – talvez o mesmo mundo do próprio pintor que agora se revela aqui para você em cor, em verso, em vida, em força, em luz.

20 de outubro de 2012 às 10:52

Caminhão da Natura no Mada

Hoje, sábado (20), é o último dia do MADA e quem quiser pode ir se produzir no caminhão da Natura, fazer maquiagem, se perfumar e se encantar com a estrutura montada pela empresa para ficar mais perto dos consumidores. O Projeto “Natura por Perto” vai proporcionar a experimentação do portfólio de perfumaria e maquiagem da marca, bem como apresentar os lançamentos e realizar minicursos gratuitos de auto-maquiagem e perfumaria. O caminhão ficará estacionado ao lado do Estádio Senador João Câmara, na Ribeira.
Nos dias 17 e 18 de outubro foram oferecidos minicursos e treinamentos para consultores das 09h às 17h e cadastro de novos consultores. Nos dias 19 e 20 o caminhão abrirá das 19h às 23h, funcionando apenas como camarim para os visitantes.

“O caminhão será uma espécie de camarim durante o Festival MADA, no qual as pessoas poderão se preparar para os shows, com ajuda dos nossos profissionais especializados em perfumaria e maquiagem. Com a diversidade de produtos do nosso portfólio é possível escolher um perfume especial para cada noite e ainda fazer um make no próprio caminhão até às 23h”, diz a Gerente de Marketing regional da Natura para Norte e Nordeste, Mariana Amazonas.

Depois de circular por 44 cidades do interior do Norte e Nordeste do Brasil, além de Aracaju, Teresina e Belém, em 2011, o caminhão do Natura Por Perto inicia um novo roteiro pelas cidades mais estratégicas da região, incluindo Natal. O caminhão do Natura por perto possui 81,4m2 totalmente adaptado, climatizado e decorado com espaço para demonstração de produtos, além de um auditório com capacidade para até 40 pessoas.

“Sabemos que a população do Norte e Nordeste é extremamente vaidosa, gosta de estar perfumada, e valoriza o fato de estar cheirosa, bonita e maquiada. A experiência com o caminhão é um sucesso e já tivemos cerca 35 mil visitantes, o que nos deixa muito contentes pois criamos um espaço confortável para que nossos consumidores possam experimentar os produtos e participar das oficinas que foram pensadas com exclusividade para tirar dúvidas e atender às necessidades deles”, afirma Daniel Silveira, Diretor Regional da Natura no Norte e Nordeste.
A iniciativa de levar a Natura para perto dos consumidores e consultores foi realizada pela primeira vez em 2010, nas cidades de Aracaju – SE e Feira de Santana – BA. A ação inédita contava com uma tenda climatizada que foi montada nessas duas cidades com o mesmo objetivo da carreta. Devido ao sucesso, a ação foi ampliada e a Natura adquiriu um caminhão para circular com maior facilidade.

Sobre o Festival MADA
O Festival MADA 2012 será realizado nos dias 19 e 20 de outubro. O tradicional festival de música do Estado está em sua 13ª edição e traz para o público potiguar 18 atrações. Entre as atrações confirmadas estão o rapper paulista Criolo, Seu Jorge (RJ), Tibério Azul (PE), Manifestarte S.A (RN), Talma & Gadelha (RN), Letto (RN), Peaceful Pants (RN), Rosa de Pedra (RN), Agridoce (projeto da cantora Pitty em parceria com o guitarrista Martin Mendonça), The Gift (Portugal), Rastafeeling (RN), Forfun (RJ), Julio Lima (RN), Tai (RJ), 2 Polos (RN) e Monomotor (CE). Haverá também feira cultural e tenda eletrônica. A atração internacional desta edição fica por conta da banda The Gift, quarteto português de rock alternativo.

 

por: Janaína Amaral – Assessora de Imprensa

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