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Resultado da busca por: Chuvas

02 de julho de 2008 às 10:03

Ultimas chuvas

Entre tantos transtornos ocorrido pela chuva que cai desde a ultima segunda , um deles é o transbordamento da lagoa de captação de São Conrado mais uma vez. Dezenas de casas foram invadidas pelas águas trazendo  prejuízos incalculáveis e desesperos dos moradores que não sabem mais o que fazer.

09 de junho de 2008 às 11:11

As chuvas de ontem


Petrópolis, mais um desastre.

A lagoa de São Conrado transbordou. Os moradores do conjunto tiveram suas casas alagadas durante toda noite. E como a chuva continua a situação fica cada vez pior.

23 de abril de 2008 às 17:20

Chuvas de hoje

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Poste cai com a força das águas.

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Ruas totalmente alagadas.

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No bairro de Petropolis muitas ruas alagadas.

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Agua invadiu padaria da Afonso Pena.
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Muitas lojas em Petropolis ficaram alagadas.

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E funcionários com vassouras em punho para tirar a água de dentro da loja.

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Av. Afonso Pena Próximo ao CCAB completamente alagada.

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Muitos carros não conseguiram atravessar as ruas.

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Os moradores próximo ao largo do ATheneu, estão chamando de LAGO do Atheneu.

07 de abril de 2008 às 07:27

Chuvas trazem alegrias e tristezas

LAGES

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Pico do Cabugi, uma paisagem verde.

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Em LaJes o agricultor prepara a terra.

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BR 304 em Lajes, a destruição.

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Rua em Lajes.

ASSU

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A parede da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, vira passarela.

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Iate Clube…

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… que ficava a margem da barragem, foi inundado.

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A beleza da sangria da barragem Armando Ribeiro Gonçalves.

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A irresponsabilidade de alguns pais.

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O contraste.

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Ponte sobre o rio Açu.

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Algumas ruas de Assu, estão alagadas.

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Canoas são os principais meios de transportes.

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Canoas mais úteis que a moto.

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Ainda em Assu.

IPANGUASSU

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Ruas completamente inundadas.

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Casas invadidas pelas águas do rio.

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No portão em vez de carro, a canoa.

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No CEFET alagado, por ironia, na placa esta escrito, Projeto Molha a Terra.

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Tudo alagado no CEFET…

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… o patio virou um rio.

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As pessoas aproveitaram para pescar.

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Único lugar para guardar a bicicleta.

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O posto de combustível também foi inundado.

CARNAUBAIS

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Ponte do acesso a Carnaubais esta completamente coberta pelas águas.

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E a irresponsabilidade na estrada.

30 de junho de 2007 às 15:35

Chuvas

rua

As chuva dos últimos dias tem deixado varias ruas intransitáveis.
A av. Boa Sorte, no bairro N. S. da Apresentação na Zona Norte é uma delas.

Por Felipe Alecrim/IGARN

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. Segundo o Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, atualizado nesta terça-feira (12), as reservas hídricas superficiais totais do RN somam 2.215.247.855 m³, que correspondem a 50,61% da capacidade total do RN. Neste mesmo período de maio de 2019, o volume de água acumulado nos reservatórios monitorados pelo Igarn era de 1.427.149.397 m³, correspondentes a 32,60%da capacidade de reservação dos principais mananciais potiguares.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório estadual, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, acumula atualmente 1.353.845.818 m³, percentualmente, 57,05% do seu volume máximo. Em meados de maio do ano passado o manancial represava 804.392.000 m³, correspondentes a 33,52% da sua capacidade total.

Segundo maior reservatório do Estado, Santa Cruz do Apodi, com capacidade para 599.712.000 m³, acumula atualmente 216.650.940 m³, correspondentes a 36,13% do seu volume máximo. No dia 12 de maio de 2019 o manancial estava com 151.561.303 m³, percentualmente, 25,27% do máximo que consegue represar.

Já a barragem de Umari, localizada em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula atualmente 238.210.032 m³, percentualmente, 81,35% do seu volume máximo. No mesmo período de maio de 2019 o reservatório estava com 122.716.928 m³ correspondentes a 41,91% da sua capacidade total.

Os açudes que continuam com 100% das suas capacidades são: Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz; Apanha Peixe, localizado em Caraúbas; Encanto, localizado em Encanto; Medubim, em Assu; Beldroega, em Paraú e Dourado em Currais Novos.

Outros mananciais que já sangraram nessa quadra chuvosa do interior e continuam com volumes próximos da sua capacidade máxima são: Passagem, em Rodolfo Fernandes, com 99,44% do seu volume total; Santana, em Rafael Fernandes, com 99,83%; Morcego, em Campo Grande, com 99,37%; Santo Antônio de Caraúbas, com 98,5% e Pataxó, em Ipanguaçu, com 99,39% do seu volume máximo.

Os reservatórios com volumes acima dos 70% das suas capacidades são: Marcelino Vieira, localizado em Marcelino Vieira, com 72,95% da sua capacidade total e Rodeador, em Umarizal, com 80,7% do seu volume máximo de acumulação.

O açude Bonito II, localizado em São Miguel está acumulando 2.695.875 m³, equivalentes a 24,81% do seu volume máximo que é de 10.865.000 m³. A última vez que o reservatório conseguiu represar esse nível de água foi no ano de 2012.

Localizado em São João do Sabugi, o açude Carnaúba, com capacidade para 25.710.900 m³, acumula atualmente 13.216.445 m³ do seu volume máximo. Também localizado na mesma cidade, o reservatório Sabugi, com capacidade para 61.828.970 m³, está represando 28.861.312 m³, equivalentes a 46,68% da sua capacidade total.

O açude Boqueirão de Angicos, localizado em Afonso Bezerra, represa atualmente 8.093.333 m³, correspondentes a 50,53% da sua capacidade total que é de 16.018.308 m³.

A barragem de Pau dos Ferros acumula atualmente 18.527.756 m³, correspondentes a 33,78% da sua capacidade total que é de 54.846.000 m³. Em meados de maio do ano passado o reservatório represava 840.413 m³, equivalentes a 1,53% da sua capacidade total.

O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, em Acari, acumula atualmente 13.876.482 m³, equivalentes a 31,24% da sua capacidade total que é de 44.421.480 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 263.653 m³, percentualmente, 0,59% do seu volume total.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, apenas 2 estão com níveis inferiores a 10% da sua capacidade, sendo, portanto, considerados em nível de alerta. São eles: Passagem das Traíras, que está em reforma e não pode acumular grande volume hídrico, com 1,46% do seu volume máximo e Esguicho, em Ouro Branco, com 1,82% da sua capacidade. Percentualmente o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.

Já os mananciais completamente secos também são 2, Inharé, localizado em Santa Cruz e Trairi, localizado em Tangará. Em termos percentuais o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.

Situação das lagoas

A Lagoa de Extremoz, responsável pelo abastecimento de parte da zona norte da capital está atualmente com 100% da sua capacidade que é de 11.019.525 m³.

A Lagoa do Bonfim, localizada em Nísia Floresta, está com 42.643.686 m³, correspondentes a 50,6% da sua capacidade total de acumulação que é de 84.268.200 m³.

A Lagoa do Boqueirão, localizada em Touros, também está com o seu volume máximo que é de 11.074.800 m³.

Por Enoleide Farias – Agecom 
 
Desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia da Covid-19, no dia 11 de março, as ações sanitárias voltaram-se, em grau maior, à prevenção da doença pela sua letalidade e alto grau de contágio. No Rio Grande do Norte, o registro de casos de Covid-19 levou à decretação do isolamento social como medida de prevenção e à priorização dos testes de coronavírus pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Lacen).   Considerando a alta demanda de testes do novo coronavírus, o Laboratório de Virologia da UFRN está auxiliando o Lacen-RN na investigação de outras viroses como dengue, zika e chikungunya, que também afetam a população do estado nestes tempos de Covid-19. Desde o ano de 2009, o Laboratório de Virologia da UFRN atua na investigação de casos de arbovírus no Rio Grande do Norte. Segundo o professor Josélio Araújo, do Departamento de Microbiologia e Parasitologia e pesquisador do Instituto de Medicina Tropical (IMT), coordenador do Laboratório, o trabalho executado pela unidade com o Lacen tem sido de grande importância e já confirmou a circulação do vírus chikungunya em 20% dos casos suspeitos de infecção por arbovírus. Esses dados, segundo o professor, “acendem o sinal de alerta para o risco de transmissão de chikungunya”. Ele destaca a necessidade de entender a situação epidemiológica da chikungunya no RN e de investigar mais casos, porque, “assim como a Covid-19, chikungunya pode causar formas graves e óbitos, principalmente em idosos e pessoas com comorbidades”. Neste momento o professor Josélio Araújo recomenda, como fundamental, que a população reforce as medidas de eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypt, transmissor da dengue, zika e chikungunya, que prolifera em água limpa e parada. “Não podemos dar trégua”, alerta o professor, que também orienta a população a usar máscara e repelente neste momento de pandemia, minimizando a possibilidade de contágio pela Covid-19 e pela chikungunya. Chuvas aumentam risco de chikungunya  O professor Josélio Araújo também chama a atenção para o período chuvoso que segue até final do mês maio e que favorece o acúmulo de água e a ocorrência de criadouros de mosquitos, aumentando o risco de chikungunya. Por isso, durante o isolamento social, quando as pessoas estão permanecendo mais tempo em casa, a recomendação do professor é “investir mais tempo na procura e eliminação dos criadouros do mosquito”. Entre as ações de prevenção, vale lembrar: eliminar água armazenada que pode se tornar possível criadouro e dar atenção aos vasos de plantas, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e até mesmo recipientes pequenos, como tampas de garrafas. Sob a coordenação do professor Josélio Araújo, a equipe do Laboratório de Virologia da UFRN envolvida na investigação dos casos de arbovírus conta com Hannaly Wana Pereira (pesquisadora), Joelma Monteiro (doutoranda), Raíssa Pereira e Maria Eduarda Dantas (bolsistas de iniciação científica do CNPq).

As chuvas acompanhadas de raios e trovões marcaram a madrugada dos últimos dias em quase todo o Rio Grande do Norte. Com o alto volume de chuvas, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN) alerta a população sobre os cuidados necessários durante o período chuvoso, sobretudo com a incidência de raios.

Segundo o Coordenador de Operações do Corpo de Bombeiros, capitão Fonseca, a orientação é de que a população permaneça em casa ou em ambientes fechados durante a existência de raios. “A recomendação é que a população evite lugares abertos que ofereçam nenhuma proteção contra raios, como estacionamentos, praias e campos de futebol. Dessa forma, as pessoas devem procurar ambientes fechados, tais como casas, comércios e galpões”, disse.

No entanto, alguns cuidados dentro de casa também são necessários para que acidentes graves como choques elétricos, curtos-circuitos e incêndios possam ser evitados. “Além dos cuidados fora de casa, é necessário se precaver também dentro da residência. Não ficar próximo a tomadas, janelas e portas metálicas são algumas medidas preventivas. Também é importante evitar o uso de equipamentos e eletrodomésticos que estejam ligados na energia elétrica”, finalizou o Coordenador de Operações do Corpo de Bombeiros, capitão Fonseca.

Cuidados com raios e fortes tempestades

Se estiver na rua, o que se deve fazer?

– Durante a incidência de raios evite deslocamentos a pé, não ande próximo a árvores, postes ou cercas;

– Evite lugares abertos como estacionamentos, praias e campos de futebol e que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios, tais como pequenas construções não protegidas, tendas e barracos;

– Evite estruturas altas tais como torres de linhas telefônicas e de energia elétrica;

– Não fique no alto de morros ou no topo de prédios;

– Não se abrigue em árvores ou debaixo delas;

– Se estiver de carro, evite estacionar próximo a árvores ou linhas de energia elétrica;

– Antes de saltar do automóvel verifique se há algum cabo ou fio elétrico, solto, próximo ao veículo;

Em casa:

– Evite utilizar equipamentos e eletrodomésticos que estejam ligados na energia, como o celular carregando, por exemplo;

– Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas;

– Em caso emergência, o número do Corpo de Bombeiros é o 193.

 

Lucas Melo de Agecom

Em junho de 2014 o município de Natal foi atingido por fortes chuvas que provocaram um deslizamento de terra em Mãe Luiza, bairro localizado na Zona Leste da cidade, destruindo 30 residências e deixando várias pessoas desabrigadas. O caso teve ampla cobertura da imprensa à época. Anos depois as pessoas ainda lembram desse acontecimento com preocupação e as autoridades e pesquisadores se perguntam como prevenir tais acontecimentos. Para oferecer uma resposta a essa problemática, o Grupo de Pesquisa Georisco – Dinâmicas ambientais, Riscos e Ordenamento do território, da UFRN, publicou um estudo no qual analisa o desastre, apontando suas principais causas e propondo iniciativas para a prevenção de eventos semelhantes.

O trabalho, intitulado Desastre Socioambiental e Ordenamento Territorial no bairro Mãe Luíza, Natal – Rio Grande Do Norte (RN), Brasil, publicado na revista Territorium, da Associação Portuguesa de Riscos, Prevenção e Segurança (RISCOS) em colaboração com outros pesquisadores do grupo Georisco , relaciona a situação de chuva intensa observada no dia do desastre acontecido e as condições estruturais do local, como a falta de infraestrutura e a ocupação de áreas de intensa, declividade e limitações geoambientais por população vulnerável.

“A chuva, nesse caso, foi apenas o deflagrador de um problema maior. O verdadeiro responsável pelo desastre foi a negligência do poder público, sobretudo na questão da drenagem urbana em Mãe Luiza, problema antigo da região”, explica Lutiane Almeida, professor do Departamento de Geografia da UFRN e pesquisador do grupo Georisco. Para ele, a chuva que caiu no local na data do desastre e nos dias anteriores, apesar de volumosa, não foi o fator determinante para o deslizamento de terra, e sim o uso do solo e a gestão do território inadequados para o local.

O estudo é fruto da monografia do estudante Pedro Godeiro para o curso de graduação em Geografia e foi realizado com diferentes etapas. Foram feitos levantamento e revisão bibliográfica, entrevista com moradores da área atingida, pesquisadores e profissionais ligados a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC), análise de documentos de origem pública e visita técnica dos pesquisadores ao local do deslizamento.

Como conclusão, o estudo faz uma análise geral do desastre de Mãe Luiza e apresenta diretrizes para o fortalecimento de políticas públicas e ações ligadas à redução de riscos de desastres. A implantação de sistema de alerta para risco de desastres relacionados com fenômenos naturais, a indicação da necessidade de melhoria estrutural de locais como Mãe Luiza e a iniciativa de promover atividades educativas, buscando esclarecer dúvidas e organizar atividades em prol da redução dos riscos no local junto à comunidade, são alguns exemplos de pontos levantados no artigo.