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Tão logo tomou conhecimento do problema ocorrido nas adutoras Serra de Santana e Currais Novos/Acari, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) solicitou ao governador Robinson Faria (PSD) ao secretário de Recursos Hídricos, Mairton França e ao presidente da Companhia de Águas e Esgotos (CAERN) Marcelo Saldanha Toscano que sejam realizados, em caráter de urgência, os reparos nas duas adutoras.

“O grande volume de água das últimas chuvas ocorridas no Estado danificou as estruturas das adutoras responsáveis pelo abastecimento d´água de algumas cidades da região Seridó. O rompimento do sistema adutor está ocasionando transtornos na vida de grande parte da população seridoense”, justifica o deputado Ezequiel Ferreira.

Ainda em sua justificativa, Ezequiel reforça que oito cidades da região – Acari, Bodó, Cerro Corá, Currais Novos, Florânia, Lagoa Nova, São Vicente e Tenente Laurentino Cruz – estão sofrendo com a suspenção do abastecimento de água.

“São por essas razões que solicitei que sejam tomadas as medidas necessárias para o reparo das adutoras com a maior brevidade possível para o restabelecimento da distribuição normal de água para esses municípios, pois a população poderá vir a sofrer maiores problemas, caso esse pleito não seja tratado com a importância que requer”, reforça o deputado Ezequiel..

A unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), registrou boas chuvas no fim de semana, da manhã da última sexta-feira até a manhã de hoje (9), provocadas pelo fortalecimento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). A EMPARN registrou precipitações em 92 postos pluviométricos monitorados diariamente, em todas as regiões do Estado. Os maiores volumes ocorreram nas regiões Oeste e Central, onde vários açudes receberam uma boa quantidade de água.

O acumulado de chuva mais significativo foi em Apodi (Base Fisica EMPARN), com 192,6 milímetros (mm), seguido de Martins, 190,0mm; Frutuoso Gomes, 160,0mm; Tenente Ananias, 115,0mm; Rafael Godeiro, 114,6mm; Jucurutu, 100,5mm; Umarizal, 98,0mm; Campo Grande, 97,0mm; Portalegre, 94,5; Lucrécia, 91,4mm; Francisco Dantas, 90,0mm; Felipe Guerra, 89,0 e Viçosa, 87,5mm. Choveu ainda em Rodolfo Fernandes, Campo Grande, Messias Targino, Caraúbas, Olho D’agua dos Borges, Severiano Melo, Janduís, São Francisco do Oeste, Luis Gomes, entre outros municípios.

Na mesorregião Central o acumulado mais significativo foi em Parelhas, 118,1mm; Jardim do Seridó, 117,2mm; Timbaúba dos Batistas, 101,0mm; e Santana do Seridó, 83,2mm. Choveu ainda em Cruzeta, São João do Sabugi, Equador, Florânia, Acari, Carnaúba dos Dantas, Caicó e Ouro Branco, entre outros municípios.

Na mesorregião Agreste, choveu em Rui Barbosa, 39,9mm e Jaçanã e Sitio Novo, com 30,0mm, em cada município. Choveu ainda em Serrinha, Ielmo Marinho, Bento Fernandes, Barcelona, e Parazinho, entre outros municípios.

Na mesorregião Leste choveu mais forte em Ceará-Mirim, 80,0mm; Macaíba, 58,1mm e Espírito Santo, 8,4mm, além de São Gonçalo do Amarante, Parnamirim, Montanhas e Natal.

 

Previsão para o dia 10/04/2018

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), continuará presente sobre a região Nordeste do Brasil, induzindo a formação de áreas de instabilidades em todas as regiões do Estado. Assim, para as próximas horas o céu sobre o Estado será parcialmente nublado com ocorrência de chuvas.

O sertanejo espera o mês de março com ansiedade, já que normalmente é o mês que mais chove no sertão nordestino. Mas esse ano, apesar da previsão de um bom inverno, foram registradas poucas chuvas desde começou março, foram mais de duas semanas sem chover, por causa de uma massa de ar quente que estava dificultando a formação de chuva. A boa notícia é que neste fim de semana houve registros de boas chuvas no interior, principalmente nas regiões Oeste e Central.

Choveu com mais intensidade na região Oeste, no município de Messias Targino o acumulado do fim de semana foi de 100 milímetros e 97mm em Tenente Ananias. Na região Central choveu mais em São João do Sabugi, 95 milímetros.

Previsão

A previsão para os próximos dias é de céu parcialmente nublado com chuvas, principalmente no interior do Estado, já que as condições oceânicas e atmosféricas estão favoráveis para a ocorrência de chuva e massa de ar quente sobre a região também perdeu forças.

Reunião Climática

Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), sedia nos dias 27 e 28 de março, em Recife/PE, mais uma Reunião Climática com representantes dos centros de meteorologia da região Nordeste. Meteorologistas da Bahia, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, estarão reunidos para analisar modelos meteorológicos e a configuração da atmosfera e dos oceanos, com objetivo de realizar a Previsão Climática para os meses de abril, maio e junho de 2018 para o setor leste do Nordeste, no Rio Grande do Norte abrange parte da região Agreste e o Litoral.

Nas últimas 24 horas, da manhã de ontem (quinta-feira) até a manhã de hoje (16), a unidade de meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), registrou chuvas em 70 pluviômetros monitorados diariamente, em todas as regiões do estado. As maiores precipitações foram registradas nas mesorregiões Oeste e Leste. Aos poucos as chuvas vão garantindo o início do plantio da safra de 2018. A previsão é de predominância de céu parcialmente nublado, com a presença da Zona der Convergência Intertropical provocando mais chuvas em todas as regiões potiguares.

As chuvas mais intensas foram registradas na região Central do estado. Destaque para Pedro Avelino (Base Física da Emparn), onde choveu 90,0 milímetros. Choveu ainda em Guamaré, 34,3mm; Macau, 25,7mm; São Bento do Norte, 18,56mm; Fernando Pedroza, 15,1mm; Angicos, 14,9mm; Florânia, 14,3mm; Caicó (Açude Itans), 14,2mm; Lajes, 1,9mm. Choveu ainda em Jardim do Seridó, Parelhas, Cerro Corá e São Fernando.

Na região Oeste choveu mais forte em Governado Dix-sept Rosado e Marcelino Vieira, com 40 milímetros, em cada município e ainda em Parau, 35,0mm; Alto do Rodrigues, (Baixo Assu), 34,0mm; São Rafael, 26,5mm; Assu, 26,5mm; Rodolfo Fernandes, 24,1mm; Apodi, 21,1mm e Severiano Melo, 21,0mm. Choveu ainda em Itajá, Itaú, Jucurutu, Upanema, Caraúbas, Campo Grande, entre outros municípios do Oeste.

Na região Agreste choveu mais forte em Boa Saúde, 22,3mm; Passa e Fica, 18,3mm; Monte das Gameleiras, 16,1mm; Lagoa de Pedras,  9,8mm; São Tomé, 7,5mm e ainda em Serrinha, Barcelona, Bento Fernandes, Santa Maria, Ielmo Marinho e João Câmara. Na mesorregião Leste choveu mais forte em Maxaranguape, 12,0mm; Extremoz, 8,9mm; São Gonçalo do Amarante (Base Física da Emparn), 7,8mm; Ceará-Mirim, 7,0mm; Senador Georgino Avelino, 6,4mm e Baia Formosa. Choveu ainda em Espírito Santo, Natal, Canguaretama, Taipu e Parnamirim. O boletim completo está disponível da página da Emparn: www.emparn.rn.gov.br

A previsão do tempo para o período do Carnaval 2018 traz como destaque a predominância de ocorrência de chuvas em todos os dias de festa. Segundo o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot, pela análise das imagens de satélite, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), associada à presença de um Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS) que deverão atuar durante todo o período do carnaval mantendo o céu parcialmente nublado com ocorrência de chuvas em todas as regiões do Estado. No período de carnaval, as temperaturas mínimas em Natal vão variar entre 23 e 26 graus Celsius e as máximas devem ficar entre 31 e 32 graus Celsius, enquanto no interior as máximas estarão variando entre 34 na região Agreste a 37 graus Celsius no Alto Oeste.

Para esta sexta-feira(09), a predominância é de céu parcialmente nublado em todo o Estado com maior concentração de chuvas nas regiões Oeste (período da tarde e início da noite) e Litoral Leste (início da manhã). Nas demais regiões pancadas isoladas de chuvas.

No sábado (10), a predominância é de céu parcialmente nublado a nublado em todas as regiões do Estado, com ocorrência de chuvas no período da tarde no interior e a qualquer hora do dia na faixa litorânea.

Domingo (11), a predominância é de céu nublado em todo o Estado com ocorrência de pancadas de chuvas. A concentração maior das chuvas deverá acontecer nas regiões de Mossoró, Alto Oeste e Litoral Leste com ocorrências de trovoadas e descargas elétrica

Na segunda-feira (12), a previsão é de predominância de céu encoberto com ocorrência de chuvas em todas as regiões do Estado.

Terça (13), o sol deverá predominar nas regiões do Agreste e Central. No Oeste e Litoral Leste ainda acontecerão pancadas de chuvas concentradas durante a tarde no interior e pela manhã no Litoral.

 


Márcia Elisa

EMPARN – Gerência de Transferência de Tecnologias e Comunicação

Assessoria de Comunicação

O Relatório da Situação Volumétrica dos 47 reservatórios com capacidade superior a cinco milhões de metros cúbicos monitorados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas (Igarn), divulgado nesta segunda-feira (22), indica que mesmo após as chuvas registradas por todo o Estado no último final de semana, as reservas hídricas não obtiveram mudança significativa e o quadro permanece crítico.

Maior reservatório do Estado, com capacidade para 2,4 bilhões de metros cúbicos, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves continua em volume morto, com 271,845 milhões de metros cúbicos, o que corresponde a 11,33% do total de água que o manancial pode armazenar.  A barragem Santa Cruz do Apodi está com 85,628 milhões de m³, o que corresponde a 14,28% do seu volume total, que é de 599,712 milhões de m³. Já Umari, em Upanema, está com 39,450 milhões de m³, em porcentagem, 13,47% da sua capacidade de armazenamento.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, 17 estão secos, em porcentagem, 36%. Outros 17 estão em volume morto. A bacia Apodi/Mossoró está com 11,95% do seu volume total de armazenamento. Já a bacia Piranhas/Assu está com 11,29% do seu volume total.

Para que os reservatórios de maior porte (com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos) armazenem água no próximo período de chuvas, o total precipitado deverá ser dentro da normalidade ou superior à média.

O diretor-presidente do Igarn, Josivan Cardoso, alerta que as chuvas ocorridas no último final de semana ainda não foram suficientes para gerar modificação real nos volumes dos grandes reservatórios monitorados pelo Governo do RN. “Continuaremos com as nossas ações de controle, fiscalização e monitoramento, pois ainda não foi possível modificar o quadro crítico e precisamos manter o sistema em operação, sempre buscando reter a maior quantidade de reservas hídricas pelo maior tempo permissível”.

Mesmo com as recentes previsões de boas chuvas para a próxima quadra chuvosa, é de suma importância que a população potiguar faça o consumo sustentável da água, tanto para garantir a continuidade do abastecimento das cidades que ainda não estão em colapso, quanto para ajudar na recarga dos reservatórios com a chegada da próxima quadra chuvosa.

Sobre a disponibilidade hídrica do Estado

A disponibilidade hídrica total do Rio Grande do Norte é de 4.411.787.259 metros cúbicos, em 2010 o Estado estava com 73,30% de sua capacidade hídrica, em 2011, devido ao bom período chuvoso o índice chegou a 89,52%. Nos anos posteriores, devido à estiagem os percentuais baixaram, em 2012 para 60,80%; 2013 para 42,39%; 2014 chegando a 37,39%; 2015 com 23,79%; em 2016 com chegando a 12,75%, chegando a 2017 com os atuais 11,24%, portanto o nível menor nível de reservas.

 

Açude Inharé em maio de 2011

 

Açude Trairi em 01/2011

Nesta quinta-feira, 28 de dezembro, estive em dois açudes importantes da região do Trairi. Fiz os registros fotográficos dos dois e comparei com fotos que fiz em 2011. Triste realidade enfrentada hoje com a falta de chuvas no interior do nosso Estado. Estes dois açudes representam muito bem a realidade do Estado do Rio Grande do Norte. O açude Trairi fica na Cidade de Tangará e o Inharé na Cidade de Santa Cruz.

Mas fotos destes açudes em www.csfotojornalismo.net

 

Santa Cruz, Campo Redondo, Coronel Ezequiel, São José de Campestre e São Bento do Trairi são as cidades mais recentemente contempladas com os pleitos do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), para a implantação de barragens submersas para beneficiar a região Trairi do RN, preparando os municípios para a possível chegada das chuvas.

“Por causa da carência de água, 153 dos 167 municípios do estado estão em calamidade. A escassez de água no interior do Rio Grande do Norte segue como uma das principais preocupações da cadeias produtivas do Estado”, salientou Ezequiel Ferreira de Souza.

Com isto, Ezequiel Ferreira solicitou a diretora-geral do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte (EMATER/RN), Cátia Lopes, a construção de barragens submersas para os municípios do Trairi, já tendo incluído as seguintes cidades nas mesma solicitação: Jardim de Piranhas, Santana do Seridó, São Fernando, Timbaúba dos Batistas, Jucurutu, Jardim do Seridó, Serra Negra do Norte, São João do Sabugi, São José do Seridó, Caicó, Ouro Branco, Acari, Bodó, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Cruzeta, Florânia e Santana do Matos. No final de outubro, o deputado Ezequiel já havia solicitado a construção de barragens para Angicos, Pedro Avelino, Carnaubais, Paraú, Campo Grande, Itajá, Triunfo Potiguar e Assu.

Segundo Ezequiel Ferreira, que também preside o Comitê de Ações de Combate a Seca na Assembleia Legislativa, com a possibilidade de uma melhoria nas chuvas para o próximo ano, torna-se de fundamental importância a construção dessas barragens, capazes de captar e armazenar a água da chuva para produção de alimentos por meio da retenção da água que escoa em cima e dentro do solo, vazante artificial temporária na qual o terreno permanece úmido por um período de dois a cinco meses após a época chuvosa, permitindo a plantação mesmo em época de estiagem.

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Por proposição do deputado Fernando Mineiro (PT), a Assembleia Legislativa vai promover audiência pública na próxima quinta-feira (11), às 15h, para discutir os festejos, quadrilhas juninas e a cultura no Rio Grande do Norte. O parlamentar explica que o debate visa propor políticas públicas de apoio às tradições juninas.

“A audiência será a oportunidade para debater e sugerir ações na área da Cultura, voltadas para os festejos juninos, refletindo sobre a tradição cultural do Estado e do Nordeste e seus efeitos na economia local, bem como mobilizações e envolvimento de vários setores da sociedade com o tema”, justifica Mineiro.

Para compor o debate, foram convidados pela Casa Legislativa representantes da Fundação José Augusto (FJA), Fundação Cultural Capitania das Artes (FUNCARTE), Liga das Quadrilhas Juninas do RN (LIQUAJUTERN), União Nordestina de Entidades Juninas (UNEJ), Secretaria de Cultura de São Gonçalo do Amarante e sociedade civil.

Festas Juninas no Nordeste

Embora sejam comemoradas em todo Brasil, na região Nordeste as festas juninas ganham grande expressão. O mês de junho é o momento de prestar homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Por ser uma região afetada periodicamente pela seca, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

As festas representam também um importante momento econômico, movimentando o turismo local. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nos municípios. Embora a maioria dos visitantes sejam brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar os festejos juninos.

Memória

A Assembleia do Rio Grande do Norte está atenta ao assunto. Por meio de uma lei de iniciativa do deputado George Soares (PR), sancionada pelo Executivo Estadual em 2013, a festa de São João do município do Assu, no Oeste potiguar, foi reconhecida como patrimônio cultural, imaterial e histórico do Rio Grande do Norte. No ano passado, outras duas festas juninas do interior do Estado foram agraciadas com o título: a Festa de Santa Luzia, em Mossoró, por propositura da deputada Larissa Rosado (PSB); e a Festa de Santa Rita de Cássia, em Santa Cruz, proposta pelo deputado Tomba Farias (PSB).

Dentre outras vantagens, o título possibilita a obtenção de benefícios de políticas públicas, buscando assegurar a preservação e manutenção da festividade.