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Natal passa a contar com uma nova opção no segmento de artigos religiosos. A marca Santo Santo Santo, especializada em produtos que expressam fé e espiritualidade, chegou oficialmente à capital potiguar com a inauguração de sua primeira unidade na cidade, localizada na Avenida Prudente de Morais, 2005 – A1.

Na noite desta última quinta-feira (23), véspera da abertura ao público, foi realizado um evento reservado para familiares e amigos, marcado por momentos de confraternização e bênçãos conduzidas por Monsenhor Lucas e pelo Padre João Medeiros Filho. À frente do empreendimento em Natal está a jornalista e empresária Sylvia Serejo, que administra a loja em sociedade com o marido, o médico José Jorge Maciel Neto.

A unidade chega com um portfólio amplo, reunindo mais de cinco mil itens voltados ao público religioso, entre pulseiras, terços, chaveiros, imagens sacras, livros, aromatizadores, itens decorativos e acessórios masculinos e femininos. A proposta é integrar a fé ao cotidiano por meio de produtos que carreguem mensagens de proteção, gratidão e confiança em Deus.

Segundo Sylvia, o projeto representa a realização de um sonho do casal. “Somos um casal de segunda união e há tempos vínhamos sonhando em gestar um projeto juntos. A proposta da Santo Santo Santo se encaixou perfeitamente nos nossos planos”, destacou.

A loja em Natal é a primeira franquia da marca na cidade e a segunda no Nordeste, reforçando a expansão do empreendimento, que já conta com 25 unidades franqueadas em todo o Brasil. Criada em 2016, em São José do Rio Preto (SP), pela empreendedora Ana Paula Ribeiro Cury, a marca surgiu a partir de uma pulseira de silicone de São Bento, item que deu início ao conceito de oferecer peças que simbolizem fé e positividade.

A Santo Santo Santo abre as portas ao público nesta sexta-feira (24), com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h. O espaço foi projetado com ambiente acolhedor e contemporâneo, buscando oferecer ao cliente uma experiência voltada não apenas ao consumo, mas também ao significado de presentear e viver a espiritualidade no dia a dia.

Estas e outras fotos, em alta resolução você pode encontrar com reconhecimento facial no nosso álbum da BANLEK no link abaixo:
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O ABC venceu o América por 2 a 1 na noite desta quarta-feira (22), em jogo realizado na Arena das Dunas, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro da Série D.

Os gols do time alvinegro foram marcados por Wellington e Wallyson, enquanto Paulinho descontou para o América. A vitória teve peso importante, pois encerrou a sequência invicta do rival, que vinha de duas vitórias consecutivas e liderava com 100% de aproveitamento.

Com o resultado, ABC e América chegaram aos seis pontos e seguem firmes na zona de classificação do Grupo O, deixando a disputa ainda mais equilibrada. O ABC volta a campo no sábado (25), às 16h, contra o Sousa, no Estádio Marizão, na Paraíba.

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Neste 21 de abril, feriado de Tiradentes, a Quadrilha Junina Rei do Baião, tradicional representante da cultura popular da Cidade da Esperança, em Natal, realizou mais um ensaio preparatório visando as apresentações do período junino, que tem início a partir do mês de junho.

O encontro reuniu integrantes da quadrilha em um momento de dedicação e organização, reforçando o compromisso do grupo com a valorização das tradições nordestinas e com a qualidade das coreografias que serão apresentadas ao público durante os festejos.

O ensaio foi conduzido pelo coreógrafo Alex, responsável pela preparação técnica e artística dos dançarinos. Também estiveram presentes os representantes da diretoria Marquinhos e Carlos Alberto, acompanhando de perto o desenvolvimento do grupo e apoiando a preparação para a temporada.

Além dos membros oficiais, o momento contou ainda com a presença de amigos e familiares dos integrantes, que prestigiaram e incentivaram os participantes, fortalecendo o espírito de união e comunidade que marca as quadrilhas juninas.

Com a aproximação do São João, a Rei do Baião segue intensificando os treinamentos para levar ao público um espetáculo vibrante, mantendo viva uma das manifestações culturais mais importantes do Rio Grande do Norte.

Segundo maior reservatório do Estado beneficia população do Seridó e pode atender até 2 milhões de pessoas

O agricultor Renildo Francisco Marques, de 51 anos, comemora o aumento das margens da Barragem Oiticica. “As águas chegam até lá no horizonte. É lindo”, relatou. Inaugurado em março do ano passado, em Jucurutu, no Seridó potiguar, o segundo maior reservatório hídrico do Rio Grande do Norte ultrapassou, nesta segunda‑feira (20), a marca de 61% de sua capacidade total, superando 456 milhões de metros cúbicos.

Oriundo de uma família de agricultores da zona rural de Jucurutu, Renildo testemunhou, nos últimos meses, o crescimento da barragem. Ao contemplar a atual fartura do reservatório, ele recordou as dificuldades para conseguir água a fim de abastecer a casa e a área onde planta feijão. “A barragem veio no momento exato. A gente estava precisando demais. O povo daqui sofria muito com as secas. Sem abastecimento regular, minha família retirava água salobra de um poço. Quando não, a gente dependia do caminhão‑pipa. Era um sofrimento”, relembrou.

De acordo com o Governo do Estado, o aumento do volume está associado às chuvas registradas nos últimos meses. A governadora Fátima Bezerra visitou o Complexo Hidrossocial Oiticica nesta segunda-feira. Antes de chegar à barragem, ela vistoriou a nova pista de acesso ao reservatório – com 5,8 quilômetros de extensão, que se encontra totalmente asfaltada e sinalizada. “Isso aqui é segurança hídrica na veia para as gerações presentes e futuras. É uma barragem que traz, além do abastecimento humano, o desenvolvimento para a agricultura e a piscicultura. O turismo também é extremamente beneficiado por essa paisagem sertaneja”, destacou.

Ainda segundo a governadora, a estrutura é uma das maiores obras de recursos hídricos da história do Rio Grande do Norte. “A Barragem Oiticica é uma das maiores conquistas, do ponto de vista de cidadania e de dignidade, para o povo do Seridó, quando se trata de segurança hídrica. Agora, enfim, temos a estrada de acesso de primeira qualidade, as agrovilas e este mirante belíssimo. Isso nos dá uma felicidade enorme, porque, repito, isso aqui é dignidade, é cidadania”, afirmou.

Dados recentes indicam o crescimento contínuo do volume armazenado. Em fevereiro, o reservatório acumulava 110,3 milhões de metros cúbicos, o equivalente a 14,86% de sua capacidade. Em março, o volume chegou a 168,7 milhões. Em abril, houve um avanço para 371,7 milhões (50,06%), seguido de 430,7 milhões (56,6%) e, mais recentemente, de 456 milhões de metros cúbicos, atingindo a marca de 61%.

O secretário estadual de Recursos Hídricos, Paulo Varela, explicou que a Barragem de Oiticica tem capacidade total de 742 milhões de metros cúbicos e pode atender até 2 milhões de pessoas. Ele comentou que o volume atual está dentro das expectativas. “Está tudo dentro do cronograma. Isso significa não somente água reservada, mas uma água que propõe desenvolvimento. É água que vai se tornar renda, leite, queijo, turismo e mineração — ou seja, desenvolvimento. Uma coisa é fato: o Seridó jamais ficará sem água de hoje em diante. Sempre terá água reservada aqui na Barragem de Oiticica, inclusive porque conta com a garantia da transposição do Rio São Francisco”, pontuou.

O reservatório foi concluído após 12 anos de obras, com a participação de 249 trabalhadores. Ao todo, cerca de 294 mil pessoas em 22 municípios são diretamente beneficiadas. O investimento total foi de R$ 893 milhões, incluindo R$ 161 milhões oriundos do Novo PAC. O projeto da barragem englobou ainda o reassentamento da comunidade de Nova Barra de Santana e a criação de agrovilas em municípios como Jucurutu, Jardim de Piranhas e São Fernando.

Segundo Procópio Lucena, diretor‑presidente do Igarn, os volumes de água que estão se acumulando em Oiticica provêm de duas origens principais: as chuvas captadas por rios, riachos e córregos, e as águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF). “Nós recebemos 3 metros cúbicos por segundo passando pela divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba. No ano passado, recebemos 78 milhões de metros cúbicos de água. Neste ano, já recebemos em torno de 28 milhões”, detalhou. E complementou: “Essas águas, portanto, estão aqui dentro. É uma junção da água endógena, oriunda das chuvas e da própria natureza, com as águas que vêm do São Francisco. Elas percorreram 440 quilômetros para chegar até aqui e estão somadas, gerando sinergia e produzindo felicidade, desenvolvimento, dignidade, emprego, renda e segurança alimentar”.

Sobre o surgimento de vegetação na superfície do lago com as chuvas recentes, Lucena explicou que a situação já era prevista: “Essa proliferação vegetal está acontecendo no Nordeste inteiro. São as chamadas ‘baronesas’, plantas aquáticas que se desenvolvem em ambientes com muita matéria orgânica. As águas descem e vêm trazendo esses resíduos, que também têm relação com o uso de esterco animal nas margens dos rios. Então, tudo isso acaba chegando aqui dentro do reservatório”, encerrou.

Nota:
Este ano nos concentramos somente em vídeos que logo estarão no nosso youtube, mas já tem um spoiler no nosso instagram @canindesoares

Também tem fotos vídeos individuais em https://banlek.com/canindesoares

Terceira especial reforça dureza do sertão potiguar com terreno pedregoso, navegação precisa e ritmo intenso em Acari e região

A quinta-feira (16) levou o Rally RN 1500 a um dos cenários mais técnicos e exigentes da edição: o sertão do Seridó. A 3ª especial, “Trilhas do Sertão do Seridó”, teve percurso em formato de laço, com largada e chegada em Acari, passando por municípios como São José do Seridó, Caicó, Florânia e Cruzeta, em um trajeto com aproximadamente 166 quilômetros cronometrados.

Diferente das etapas anteriores, marcadas pela areia e pelas dunas do litoral, o dia foi dominado por um terreno mais duro, com predominância de cascalho, pedras soltas, lajedos e trilhas estreitas. As características do percurso exigiram dos competidores uma pilotagem mais técnica, com controle fino do equipamento, redução de velocidade em pontos críticos e atenção constante à navegação, especialmente em setores com múltiplas opções de caminho.

O Seridó impôs um novo ritmo à prova. Com menos margem para erro, a especial exigiu consistência ao longo de todo o percurso, além de resistência física acumulada após os dias anteriores. A combinação entre calor, terreno irregular e longos trechos cronometrados colocou à prova não apenas a velocidade, mas a capacidade de adaptação dos competidores.

Nos carros, Mauro Guedes e Humberto Ribeiro voltaram a se destacar e garantiram a vitória da especial, com o tempo de 2h24min22. Lélio Júnior e Webberth Moreira ficaram com a segunda colocação, enquanto Marcos Moraes e Fábio Pedroso completaram o top 3 da categoria, mantendo a disputa equilibrada entre os principais nomes da prova.

Entre os UTVs, Bruno Varela e Ari Fiúza foram os mais rápidos do dia, com o tempo de 2h15min45. José Hélio e Ramon Sacilotti terminaram em segundo lugar, seguidos por Rodrigo Varela e Matheus Mazzei, que fecharam o pódio em uma especial marcada por alto nível técnico e regularidade.

Nas motos, Bruno Crivilin confirmou o bom momento e conquistou mais uma vitória, com o tempo de 2h21min02. Gabriel Soares ficou na segunda colocação, mantendo a disputa acirrada na categoria ao longo da prova.

Com a terceira especial concluída, o Rally RN 1500 avança em sua reta decisiva, mantendo o Seridó como palco de desafios técnicos e consolidando o interior do Rio Grande do Norte como um dos trechos mais exigentes e estratégicos da competição.

A 28ª edição do RN 1500 é válida pelo Campeonato Brasileiro SportBay de Rally Raid da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo), além de integrar o Campeonato Latino-Americano de Rally Raid da FIM e contar com supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), consolidando-se como uma das provas mais tradicionais e técnicas do calendário sul-americano.

Apoio institucional:

Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Emprotur e do Programa de Incentivo ao Esporte e ao Lazer RN+, via Subsecretaria de Esporte e Lazer; Prefeitura do Natal; Governo de Pernambuco, por meio da Empetur.

Parcerias especiais:

Sebrae; Grupo Dão Silveira; Amortecedores Off Shox; Prefeituras de Acari, Monteiro, Brejo da Madre de Deus, Maxaranguape, Galinhos e Caruaru; Arena das Dunas; Detran; Governo da Paraíba, por meio da PBTur; Tribuna do Norte.

Suporte:

Escola e Escritório; Armação Propaganda; Sidy’s TV; DFotos; OdontoJet; Melo Odontologia; Instituto SOS Odonto; Água Mineral Cristalina.

Estas e outras fotos do Prêmio Hangar em alta resolução você pode encontrar com reconhecimento facial no nosso álbum da BANLEK no link abaixo:
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Afrofuturismo, ancestralidade e potência potiguar marcam a 23ª edição do Prêmio Hangar de Música
A noite do dia 14 de abril de 2026 entrou para a história da música potiguar com a realização da 23ª edição do Prêmio Hangar de Música, no Teatro Alberto Maranhão, em Natal. Com o tema “Afrofuturismo”, a cerimônia foi muito além de uma premiação — transformou-se em uma verdadeira experiência sensorial e estética, conectando ancestralidade, identidade e futuro.
Logo na chegada ao teatro, o público foi convidado a mergulhar no universo do homenageado da noite, o mestre Naná Vasconcelos. No hall, aconteceu o lançamento da fotobiografia “Naná do Recife para o Mundo”, organizada por Augusto Lins Soares, com a presença do próprio organizador e de Patrícia Vasconcelos, viúva e curadora da obra do artista.
O ambiente já anunciava o tom da noite: berimbaus, atabaques e capoeiristas de diferentes gerações ocuparam o espaço em uma celebração viva e coletiva, conduzindo o público em cortejo até a plateia, em um gesto simbólico de reverência e pertencimento.
No palco, o espetáculo foi concebido como uma travessia sonora entre tempos e territórios. Ao todo, 14 músicos deram forma a uma narrativa que dialogava diretamente com o afrofuturismo e com o legado de Naná Vasconcelos, referência mundial na percussão e na música experimental.
A abertura trouxe “Tamatião”, em sample da gravação original do CD de Dácio Galvão, seguida por um instrumental dedicado ao homenageado. A execução ficou por conta da Banda Base Hangar — formada por Ricardo Baya (guitarra, violão e direção musical), Sami Tarik (percussão, sample e programação), Ismael Miranda (baixo e sample) e Bruno Lucas (bateria e percussão) — que estabeleceu uma ambiência sonora potente, conectando tradição e experimentação.
Na sequência, Sâmela Ramos, com “Yellow Táxi”, e Pâmela Maranhão, com “Voz Nagô” e “Mulher do Fim do Mundo”, construíram um dos momentos mais marcantes da noite, em um diálogo que exaltou identidade, ancestralidade e resistência, evocando a força simbólica de Elza Soares. Em cena os apresentadores Luiza Mendes e Marcelo Veni, CEO do Hangar, conduziram de forma dinâmica as premiações e homenagens da noite.
Pedro Fasanaro trouxe uma releitura sensível de “Força Estranha”, conectando o legado de Caetano Veloso e Gal Costa a novas possibilidades de escuta e futuro.
Já Oya Iyalê, Pretta Soul e Ale Du Black ocuparam o palco com a força do slam, do rap e da música autoral, evidenciando a potência das narrativas negras contemporâneas. Em “Que Bloco é Esse”, celebraram o Ilê Aiyê, que em 2026 completa 52 anos de existência, reafirmando sua importância histórica e cultural.
No terceiro momento do espetáculo, Gracinha apresentou “Esotérico”, de Gilberto Gil, em uma interpretação que uniu espiritualidade e consciência. Em seguida, Allan Negão e Memé (Sourebel) conduziram um set que transitou entre tradição e experimentação, com releituras de “Árvore”, de Edson Gomes, e “Maracatu Atômico”, lançada no álbum Afrociberdelia (1996), por Chico Science & Nação Zumbi e tornou-se o maior hino do movimento mangue beat e celebra décadas de impacto cultural, unindo a tradição do maracatu pernambucano à modernidade do rock e da música eletrônica. A performance dos dois vocalistas exemplifica a fusão entre a ancestralidade afro-pernambucana e a tecnologia moderna. As autorais “Debochado”, da SouRebel, e do hino “Cidade do Sol”, do Rastafeeling, fecharam o show especial.

O encerramento ficou por conta de Jonathan Ferr, reconhecido como um dos principais nomes do urban jazz no Brasil, em voz e piano, sintetizando com sensibilidade e potência a proposta da noite: a construção de um futuro negro vivo, pulsante e em constante transformação. Com o espetáculo Experiência Cura, inspirado no álbum CURA, o artista conduziu o público por uma imersão que mistura jazz, hip hop, neo soul e música eletrônica, criando uma jornada sensorial e espiritual — mais que um show, uma experiência de conexão com o corpo, a ancestralidade e o presente.
Mais do que um espetáculo, a programação reafirmou o Prêmio Hangar como um espaço de encontro entre gerações, linguagens e territórios. Criado em 1999, o projeto chega à sua 23ª edição consolidado como uma das mais importantes iniciativas de valorização da música no Rio Grande do Norte.
Ao todo, foram entregues 24 prêmios, entre categorias competitivas, homenagens e reconhecimentos especiais, refletindo a diversidade e a força da produção musical potiguar e nordestina.
Entre os destaques da noite, Dani Cruz e o grupo Taj Ma House que lideraram as indicações, enquanto artistas como LEOA, Bixanu, V’MOTTA, Deusa do Forró e Roberto Cantor figuraram entre os vencedores, evidenciando a pluralidade de estilos e trajetórias presentes na cena atual.
A cerimônia também prestou homenagens importantes, como ao próprio Naná Vasconcelos (in memoriam), além de reconhecer nomes e instituições que contribuem para o fortalecimento da música, como a Orquestra Sinfônica do RN, Sami Tarik, o produtor Alexandre Maia além de Luedji Luna, BaianaSystem e Jonathan Ferr.
Com direção musical de Ricardo Baya, a edição reafirmou o compromisso do Prêmio Hangar com a valorização da música potiguar, promovendo não apenas reconhecimento, mas também reflexão, memória e projeção de futuros possíveis.
Mais do que premiar, o Hangar segue sendo um espaço de celebração, identidade e transformação — onde a música não apenas se escuta, mas se vive. O Prêmio Hangar de Música foi aprovada no Edital de Fomento à Música 12/2024 Política Nacional Aldir Blanc – PNAB RN 2024 conta com a realização da Fundação José Augusto, SECULT RN e do Governo do Estado através Do Ministério da Cultura, Sistema Nacional de Cultura e Governo Federal. Teve o patrocínio da POTIGÁS, através do edital Natural Como Fazer o Bem, do SEBRAE/RN via Edital de Economia Criativa e da Fecomércio, através do SESC/RN.

23º PRÊMIO HANGAR DE MÚSICA

Álbum do Ano
• Original Malokêra — LEOA

EP do Ano
• Taj Ma House — Taj Ma House

Música do Ano
• Tem Que Ter House — Taj Ma House

Produtor Musical do Ano
• Gabriel Souto

Artista de Samba do Ano
• Segunda de Vagabundo

Artista Popular
• Roberto Cantor

Artista de Linguagens Urbanas
• V´MOTTA

Intérprete do Ano
• Dani Cruz

Compositor(a)/Letrista do Ano
• Moisés de Lima

Videoclipe do Ano
• MALOKERA — LEOA (Dir. Lucas Mariano e Larinha R. Dantas)

Videoclipe de Linguagens Urbanas
• P.G.B.S (Posturada, Gostosa, Bonita e Sagaz) – Ale Du Black (Dir. Falkyng)

Projeto Musical Realizado (Instrumental)
• Natal Drum Festival

Show do Ano
• Tanda Macêdo

Banda/Grupo do Ano
• Sourebel

Instrumentista do Ano
• Elisa Bacche

Revelação do Ano
• Bixanu

Artista de Forró do Ano
• Deusa do Forró

07 PREMIAÇÕES ESPECIAIS

Homenageado do ano
Naná Vasconcelos – PE (In Memoriam)
(MÚSICA NIZINGA DE NANA VASCONCELOS)

Premiação Especial
Orquestra Sinfônica do RN – 50 Anos
(MÚSICA SUITE ENCANTARIA – OSRN)

Homenagem Especial
Alexandre Maia – RN
(MÚSICA…… )

Trajetória Musical
Sami Tarik (RN)
(MÚSICA

Destaque Nordeste
Luedji Luna (BA)
(MÚSICA

Artista do Ano
Baiana System (BA)
(MÚSICA

Destaque Nacional
Jonathan Ferr (RJ)
(MÚSICA

Veja na galeria de fotos abaixo quem compareceu e fotografou no nosso estúdio na sábado.

Estas e outras fotos da FEMPTUR em alta resolução você pode encontrar com reconhecimento facial no nosso álbum da BANLEK no link abaixo:
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Com o tema “Afrofuturismo”, a 23ª edição do Prêmio Hangar de Música acontece na próxima terça-feira, 14 de abril, no Teatro Alberto Maranhão, em Natal (RN), reafirmando seu papel como uma das mais importantes e longevas iniciativas de valorização da música brasileira. A direção musical desta edição é assinada por Ricardo Baia.

Realizado desde 1999, o Prêmio Hangar chega à sua 23ª edição consolidado como um espaço de reconhecimento, celebração e projeção da música potiguar e nordestina. Ao longo de sua trajetória, o projeto tem acompanhado as transformações da cena musical, conectando diferentes gerações, estilos e linguagens. Em 2025, o prêmio celebrou 25 anos de história com uma edição especial dedicada a artistas que marcaram a música nacional.

A edição propõe um diálogo entre música, identidade e inovação a partir do conceito de Afrofuturismo — movimento estético, cultural e político que articula ancestralidade africana, tecnologia e visões de futuro. Na música, essa perspectiva se manifesta por meio de experimentações sonoras, fusões rítmicas e da valorização das raízes afro-brasileiras em diálogo com a contemporaneidade.

Ao todo, serão entregues 24 prêmios, distribuídos em homenagens, premiações especiais e 17 categorias competitivas, contemplando Álbum do Ano, Show do Ano, Artista Revelação, Música do Ano, Instrumentista, Intérprete, Banda, Videoclipe, entre outras, refletindo a diversidade e a potência da produção musical do Rio Grande do Norte e da região Nordeste.

De acordo com o idealizador, produtor e CEO do HANGAR, Marcelo Veni, a continuidade do projeto reforça seu compromisso com a cena musical:

“O prêmio segue com a missão de reconhecer, incentivar e valorizar a música potiguar. É um espaço de celebração, reconhecimento e estímulo à nossa diversidade musical”, destaca.

DESTAQUES DAS INDICAÇÕES

A 23ª edição evidencia a força da cena potiguar ao revelar os artistas com maior número de indicações.

Dani Cruz e o grupo Taj Ma House lideram a lista, com cinco indicações cada, consolidando protagonismo e relevância na produção musical contemporânea.

Dani Cruz concorre nas categorias Álbum do Ano, Show do Ano, Intérprete do Ano, Artista de Samba do Ano e Compositora do Ano, destacando sua força autoral e presença artística.

Já o Taj Ma House aparece em EP do Ano, Música do Ano, Banda/Grupo do Ano, Show do Ano e também na categoria Intérprete do Ano, com Clara Luz, evidenciando a potência coletiva do grupo e sua atuação na cena house do Nordeste.

Com três indicações cada, também se destacam:

  • Moisés de Lima (EP do Ano, Música do Ano e Compositor)
  • Júlio Lima (Álbum do Ano, Produtor Musical do Ano e Compositor)
  • LEOA (Álbum do Ano, Música do Ano e Videoclipe do Ano)
  • Ale Du Black (EP do Ano, Show do Ano e Videoclipe de Linguagens Urbanas)

Os destaques revelam trajetórias consistentes, processos criativos sólidos e a capacidade de dialogar com diferentes linguagens e públicos, reafirmando o prêmio como um retrato da música potiguar contemporânea — plural, potente e em constante movimento.

HOMENAGENS E PREMIAÇÕES ESPECIAIS

Homenagens:

  • Homenageado do Ano: Naná Vasconcelos (In Memoriam)
  • Homenagem Especial: Alexandre Maia (RN)

Premiações Especiais:

  • Orquestra Sinfônica do RN – 50 anos
  • Trajetória Musical: Sami Tarik (RN)
  • Destaque Nacional: Jonathan Ferr (RJ)
  • Destaque Nordeste: Luedji Luna (BA)
  • Artista do Ano: Baiana System (BA)

HOMENAGEM A NANÁ VASCONCELOS

A edição presta homenagem ao percussionista pernambucano Naná Vasconcelos (1944–2016), referência mundial na música experimental e na percussão. Considerado um dos precursores do afrofuturismo no Brasil, Naná construiu uma trajetória marcada pela fusão de sonoridades afro-brasileiras, elementos eletrônicos e improvisação, atravessando fronteiras culturais e musicais.

PROGRAMAÇÃO MUSICAL

A 23ª edição do Prêmio Hangar de Música convida o público para uma experiência sensorial que atravessa tempos, territórios e imaginários. Guiado pelo Afrofuturismo e em homenagem ao legado de Naná Vasconcelos, o espetáculo se constrói como uma jornada onde ancestralidade e futuro se encontram em cena. A abertura estabelece o tom da noite com a Banda Base Hangar, em uma ambiência sonora que reverencia o mestre homenageado, conectando tradição, tecnologia e invenção musical.

Ao longo da programação, encontros potentes ganham o palco. Pâmela Maranhão e Sâmela Ramos conduzem um momento de força e sensibilidade, entrelaçando espiritualidade, identidade e resistência em uma performance conjunta.

Pedro Fasanaro traz uma releitura que dialoga com a história da música brasileira e projeta novos sentidos para o presente, enquanto Oya Iyalê, Ale Du Black e Pretta Soul ocupam a cena com a força do slam, do rap e da música autoral, afirmando narrativas negras contemporâneas.

Na sequência, Gracinha conduz o público por uma interpretação que conecta consciência, espiritualidade e expansão sensorial. Já Allan Negão e Memé (SouRebel) apresentam um set que transita entre referências históricas e experimentações sonoras, criando pontes entre tradição e futuro.

O encerramento fica por conta de Jonatham Ferr, em voz e piano, em uma performance intimista que sintetiza a essência da noite: um futuro negro pulsante, vivo e em constante construção.

Mais do que revelar, o Prêmio Hangar propõe sentir — uma experiência onde cada instante é descoberta, memória e projeção de mundos possíveis.

SHOW DE ENCERRAMENTO

A cerimônia contará com o show “Experiência Cura”, do pianista, compositor e produtor Jonathan Ferr, destaque nacional da premiação.

Reconhecido como um dos principais nomes do urban jazz no Brasil, o artista constrói uma linguagem que transita entre jazz, hip hop, neo soul e música eletrônica, dialogando diretamente com o afrofuturismo.

Baseado no álbum CURA (2021), o espetáculo propõe uma imersão sensorial e espiritual, transformando o palco em um espaço de conexão entre som, corpo e ancestralidade.

LANÇAMENTO ESPECIAL

Como parte da programação, será realizado o lançamento da fotobiografia de Naná Vasconcelos (Naná: do Recife para o Mundo), organizada por Augusto Lins Soares. A obra apresenta a trajetória do artista por meio de textos e imagens, evidenciando sua potência criativa em diferentes contextos e territórios.

O lançamento acontece no dia 14 de abril, a partir das 18h30, no jardim do Teatro Alberto Maranhão, com a presença da viúva Patrícia Vasconcelos, do organizador e do grupo de capoeira do Mestre Marcos.

O Prêmio Hangar de Música foi aprovada no Edital de Fomento à Música 12/2024 Política Nacional Aldir Blanc – PNAB RN 2024 conta com a realização da Fundação José Augusto, SECULT RN e do Governo do Estado através Do Ministério da Cultura, Sistema Nacional de Cultura e Governo Federal.  Tem o patrocínio da POTIGÁS, através do edital Natural Como Fazer o Bem, do SEBRAE/RN via Edital de Economia Criativa e da Fecomércio, através do SESC/RN.

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SERVIÇO

23º Prêmio Hangar de Música
Data: 14 de abril de 2026
Local: Teatro Alberto Maranhão – Natal (RN)
Horário: A partir das 19h30

Tema: Afrofuturismo
Direção musical: Ricardo Baia
Show de encerramento: Jonathan Ferr – “Experiência Cura”

Lançamento da fotobiografia de Naná Vasconcelos:
18h30 – Jardim do teatro com apresentação de Capoeira com Mestre Marcos

Ingressos: disponíveis no site da Outgo
Informações: (84) 9.8790-1373

23º PRÊMIO HANGAR DE MÚSICA

17 CATEGORIAS COMPETITIVAS

INDICADOS

Álbum do Ano

  • Canto de Sol — Dani Cruz
  • Coração de Bolso — Júlio Lima e Diego Francisco
  • Dentro do Chão — Julhin de Tia Lica
  • Flagelo — Comando Etílico
  • O Pior Brega é o que Não se Vê — Yrahn Barreto
  • Original Malokêra — LEOA

EP do Ano

  • 4 — Ale Du Black
  • A Terra Agora Tem a Cadência de Um Tambor — Nunis
  • Black In — Moisés de Lima
  • CandyPunk — Bixanu
  • Cidade do Só — Caridea
  • Depois dos 30 — Pretta Soul
  • Frevo do Xico no Reino dos Brincantes — Frevo do Xico
  • Luz & Sombra — Sun Clàire
  • Romântica — Potyguara Bardo
  • Taj Ma House — Taj Ma House

Música do Ano

  • Black In — Moisés de Lima feat. Edja Alvess
  • Canto da Sereia — Cami Santiz
  • Cidade do Sol — LEOA
  • E o PIX, Nada Ainda? — Forró Meirão
  • Meu Vulgo é Latrel — MC RB Kabulozo
  • Só Pra Sobreviver — DuSouto
  • Tem Que Ter House — Taj Ma House

Produtor Musical do Ano

  • Gabriel Souto
  • Jovem Cuca
  • Jubileu Filho
  • Júlio Lima
  • Maestro dos Beats
  • Walter Nazário
  • Yves Fernandes

 Instrumentista do Ano

  • Carlos Zens
  • Chico Bethowen
  • Darlan Marley
  • Elisa Bacche
  • Fernandinho Régis
  • Joedson Silva Sax
  • Mônica Michelly
  • Ozawa Santos

Artista de Samba do Ano

  • Dani Cruz
  • Debinha Ramos
  • Dodora Cardoso
  • Fernandinho
  • Ribeira Boêmia
  • Segunda de Vagabundo
  • Tornado do Samba
  • Valéria Oliveira

Artista de Forró do Ano

  • Deusa do Forró
  • Forró Meirão
  • Giannini Alencar
  • Jarbas do Acordeon
  • Pe. Caio Cavalcanti
  • Íris Lima
  • Circuito Musical
  • Forró Namanha

Artista Popular

  • À Vontade
  • Banda Grafith
  • Cavaleiros do Forró
  • Joélika Dinniz
  • Lucas Boquinha
  • Roberto Cantor
  • Vivi Nascimento
  • Zezo

Artista de Linguagens Urbanas

  • Breno Slick
  • DK
  • Jennify C.
  • Lalean
  • Medusas Diretoria
  • Pablyson Emici
  • Pajux
  • VMOTTA

Revelação do Ano

  • Bixanu
  • JONGOZÚ
  • Maria Liz
  • Nandrill
  • Peux
  • YO

Intérprete do Ano

  • Babá Cláudio
  • Clara Luz
  • Dani Cruz
  • Daniela Fernandes
  • Marina Elali
  • Pedro Luccas
  • Tanda Macêdo
  • Thullio Milionário

Compositor(a)/Letrista do Ano

  • Anderson Foca
  • Dani Cruz
  • Julhin de Tia Lica
  • Júlio Lima
  • Moisés de Lima
  • Nunis

Videoclipe do Ano

  • Amor Barato — Ravia (Dir. Ádila Santos)
  • Brejeira Flor — Lisya Condé (Dir. Neemias Damasceno)
  • Cais/Caos — Jaqq (Dir. Glauber Costa)
  • Flerte Tropical — Maria Liz (Dir. Ana Clara Ribeiro e Maria Clara Campos)
  • Impacto Repentino — Mila Marinho (Dir. Isaac Sol Costa)
  • MALOKERA — LEOA (Dir. Lucas Mariano e Larinha R. Dantas)
  • Um Marzinho e um Violão — Alan Persa (Dir. Nav Noar)

Videoclipe de Linguagens Urbanas

  • Dominar — Sun Clàire (Dir. Sun Clàire e Tales Santana)
  • Ensaio da Agonia — Leozinho do BA (Nobir Produtora)
  • Jah é o Poder — Sister Mika Black (Dir. Nav Noar)
  • Me Diz Como Tá Seu Coração / Aperto o Passo — Thales Tkzin
  • P.G.B.S (Posturada, Gostosa, Bonita e Sagaz) –  Ale Du Black (Dir. Falkyng)
  • Tempestade Interior — Mano Edu (Dir. Miguel Sampaio e RB2 Audiovisual)
  • WEST SIDE — Black Mob 44 ft. Yuri Nevada (Dir. Cazasuja)

Projeto Musical Realizado (Instrumental)

  • Bando de Sax
  • Big Band Jerimum Jazz
  • Choro do Caçuá
  • Natal Drum Festival
  • SESI Big Band
  • Som da Mata
  • Orquestra Potiguar de Clarinetas

Show do Ano

  • Ale Du Black convida Bixarte — Festival Periferia Transborda (Pinacoteca)
  • Dani Cruz — Canto de Sol (TAM)
  • Daniela Fernandes — Terráquea (TAM)
  • Juliana Linhares e Khrystal — Feira Potiguar da Agricultura Familiar
  • Simona Talma — 25 Anos de Carreira (TAM)
  • Sourebel — Festival MADA (Arena das Dunas)
  • Taj Ma House convida Cida Lobo — Festival Ponto de Ebulição (Teatro Riachuelo)
  • Tanda Macêdo 8ª Roda Potiguar de Forró convida Waldonys e Lucy Alves(Teatro Riachuelo)

Banda/Grupo do Ano

  • Taj Ma House
  • Sourebel
  • Gracinha
  • Choro do Elefante

O aniversário de João Hélio e Luciana foi celebrado em clima de confraternização e alegria durante um almoço especial realizado no Nelma Leão Buffet, reunindo familiares e amigos próximos.

O encontro, marcado por momentos de descontração e reencontros, contou com a presença de muitos amigos, incluindo a governadora Fátima Bezerra.

Com uma recepção acolhedora e ambiente elegante, o almoço foi acompanhado por boa gastronomia e conversas animadas, reforçando o sentimento de amizade e união entre os presentes. A celebração destacou não apenas a data especial dos aniversariantes, mas também a importância de reunir pessoas queridas em um momento de gratidão e celebração.

Veja na galeria de fotos abaixo quem compareceu e fotografou no nosso estúdio na sexta. Estaremos esperando você também para fotografar hoje das 14 às 22 horas.

Estas e outras fotos da FEMPTUR em alta resolução você pode encontrar com reconhecimento facial no nosso álbum da BANLEK no link abaixo:
https://banlek.com/canindesoares

O Rio Grande do Norte reafirma sua força como polo receptor do turismo regional durante a 12ª FEMPTUR – Feira dos Municípios e Produtos Turísticos do RN, que acontece nesta sexta-feira (10) e sábado (11) no Centro de Convenções de Natal. Nesta edição, o evento aposta estrategicamente no fortalecimento de laços com os vizinhos nordestinos ao trazer uma comitiva de 66 agentes de viagens vindos de Pernambuco e da Paraíba.

A iniciativa, organizada pela FEMPTUR em parceria com as seccionais da Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens) dos dois estados, visa capacitar e estreitar o relacionamento com os profissionais que mais vendem o destino potiguar ao longo do ano.

A proximidade geográfica faz da Paraíba e de Pernambuco os principais emissores de turistas para o RN. Para potencializar esse fluxo, a feira organizou uma logística especial: Pernambuco: 37 agentes de viagens estarão presentes, hospedados no Golden Vila do Mar. Paraíba: 29 profissionais integram a caravana, com hospedagem no El Aram Imirá Beach Resort.

“O turismo regional é a base da nossa economia turística. Trazer esses 66 agentes para vivenciarem a FEMPTUR é garantir que quem vende o nosso estado conheça, na prática, a diversidade que vai além do sol e mar, incluindo nossa gastronomia, cultura e o turismo do interior”, afirma Antônio Roberto Rocha, organizador do evento ao lado de Gustavo Porpino.

Com expectativa de reunir 15 mil pessoas, a FEMPTUR oferece uma imersão gratuita nas riquezas do estado. O público e os agentes convidados encontrarão desde o artesanato refinado e a agricultura familiar até roteiros de aventura, religiosidade e ecoturismo.

A 12ª FEMPTUR é uma realização da Argus Eventos, com apoio do Governo do RN, Emprotur, Prefeitura do Natal, Sebrae, Banco do Nordeste, Governo Federal, Fecomércio, El Aram Hotel Imirá, Data Show, Serhs Natal Grand Hotel & Resort e Natal Convention Bureau.

O evento, com entrada gratuita, funciona das 14h às 22h e conta com uma estrutura pensada para toda a família, incluindo praça de alimentação com sabores regionais e apresentações folclóricas.

Além das rodadas de negócios e exposição, a feira conta com grandes nomes da música potiguar e atrações infantis:

  • Sexta-feira (10/04): Mágico Rian Razzani (18h) e show de Tanda Macedo (20h30).
  • Sábado (11/04): Diversão com Bisteca e Bochechinha (18h) e encerramento com a cantora Khrystal (20h30).

Serviço

  • Evento: 12ª FEMPTUR – Feira dos Municípios e Produtos Turísticos do RN
  • Data: 10 e 11 de abril (Sexta e Sábado)
  • Local: Centro de Convenções de Natal
  • Horário: 14h às 22h
  • Entrada: Gratuita

Por G7 Comunicação

O jornalista, articulista e blogueiro, Minervino Wanderley, lança em abril seu livro “Quero Meu Mundo de Volta!”. Crônicas, poesias, lembranças de pessoas que se foram, materializam esse desejo na obra.

Segundo o autor, a obra não é apenas mais um resgate saudosista, como se o presente nada tivesse de bom. Nada disso. São crônicas que têm a intenção de trazer aos leitores momentos vividos por ele, outros que ele gostaria de ter vivenciado, além de relembrar pessoas e situações marcantes na sua vida.

Diz ele no livro: “O mundo ficou sem graça, chato, enfadonho, esnobe e cheio de frescuras. Não quero este mundo. Não pense, caro amigo, que vai ser mais um papo sobre saudosismo…”.

Neste recorte, fica evidenciado o seu desejo de um mundo mais tolerante, mais solidário e onde a paz, o amor e a amizade sejam seus principais pilares.

No prefácio, a Dra. Ione Salem expõe um pouco desse sentimento: “Há livros que nos fazem pensar, outros que nos fazem lembrar — este faz os dois. “Quero Meu Mundo de Volta” é uma travessia feita de memória, poesia e paixão. É como uma canção antiga que começa a tocar e, antes mesmo da primeira estrofe, já nos rouba um suspiro”.

Na visão do professor Manoel Cavalcanti Neto, engenheiro, pesquisador, escritor e ex-membro do IHGRN e convidado a fazer a apresentação/orelha: “Minervino nas suas crônicas nos leva ao passado, de forma simples, leve e agradável. Assim vamos percebendo similaridade com fatos e causos que aconteceram na nossa infância e juventude, relembrando pessoas e lugares”.

O Temis Bar, localizado na sede social do América, no Tirol, que já se transformou em um espaço cultural, foi o local escolhido para o lançamento da obra.

Serviço:
Evento: lançamento do livro “Quero Meu Mundo de Volta”
Data: 16 de abril
Hora: 17h
Local: Temis Bar, na Sede Social do América, Av. Rodrigues Alves, Tirol

Obs.: aos que desejarem adquirir a obra, mas que não puderem comparecer, podem encontrar na Banca de Tota, na Afonso Pena, ou na Banca Atheneu, de Marcelo – em frente ao Colégio Atheneu.

Evento gratuito no Centro de Convenções espera reunir 15 mil pessoas; programação inclui shows de Khrystal e Tanda Macedo, além de atrações infantis e agricultura familiar

As riquezas potiguares ganham vitrine exclusiva a partir da próxima sexta-feira (10). O Centro de Convenções de Natal abre as portas para a 12ª FEMPTUR – Feira dos Municípios e Produtos Turísticos do RN, consolidada como o maior evento de turismo interno do Estado e um dos principais do Nordeste. Durante dois dias, o público poderá viajar por todo o Rio Grande do Norte sem sair da capital.

Com entrada gratuita, a feira funciona das 14h às 22h e promove uma imersão completa na identidade local. O evento reúne desde o artesanato refinado e a força da agricultura familiar até as principais rotas de turismo religioso, ecológico, rural e de aventura.

Organizada por Antônio Roberto Rocha e Gustavo Porpino (Argus Eventos), a FEMPTUR vai além dos negócios. “Nosso propósito é despertar o desejo do potiguar e do turista de conhecer o que temos de melhor. É um evento de conexão, onde a cultura e a economia local se encontram”, destaca Gustavo Porpino.

Inovando este ano, a FEMPTUR fez uma programação pensada para todos os públicos, contando com Praça de alimentação, com sabores regionais e produtos típicos. A Cultura também ganha vez com apresentações de grupos folclóricos de diversos municípios. Para as crianças, atrações especiais no final da tarde, além de shows de grandes nomes da cena potiguar no encerramento de cada noite.

A 12ª FEMPTUR é uma realização da Argus Eventos, com apoio do Governo do RN, Emprotur, Prefeitura do Natal, Sebrae, Banco do Nordeste, Governo Federal, Fecomércio, El Aram Hotel Imirá, Data Show, Serhs Natal Grand Hotel & Resort e Natal Convention Bureau.

Programação:

As apresentações culturais começam a partir das 16h, garantindo entretenimento de qualidade para quem visitar os estandes:

  • Sexta-feira (10/04): A magia toma conta com o Mágico Rian Razzani às 18h. Às 20h30, a voz marcante de Tanda Macedo sobe ao palco para celebrar a música regional.
  • Sábado (11/04): A diversão infantil fica por conta da dupla Bisteca e Bochechinha às 18h. O encerramento da 12ª edição será em grande estilo, às 20h30, com o show da cantora Khrystal.

A programação da FEMPTUR cultural conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através da lei de Djalma Maranhão, e El Aram Imirá Beach Resort.

SERVIÇO

  • Evento: 12ª FEMPTUR – Feira dos Municípios e Produtos Turísticos do RN
  • Data: 10 e 11 de abril (sexta e sábado)
  • Horário: 14h às 22h
  • Local: Centro de Convenções de Natal (Via Costeira)
  • Entrada: Gratuita
  • Informações e novidades: Instagram @femptur_

Por G7 Comunicação