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Faleceu em Natal, nesta madrugada, o jornalista Arlindo Freire, aos 84 anos. Arlindo foi o primeiro presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Norte, correspondente de O Estado de S. Paulo durante mais de uma década. Ele atuou na Tribuna do Norte, TV Universitária e A Ordem, entre outros veículos. Também era escritor e publicou o livro “Guerra Infinita”, sobre o extermínio dos indígenas no Rio Grande do Norte.

O velório acontece a partir das 8h no Morada da Paz em Emaús.

NOTA DE PESAR

O folclorista Luís da Câmara Cascudo assim definiu a morte como um “Encantamento”, assim sendo, o jornalismo potiguar está de luto. Partiu para o encantamento o primeiro presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte, Arlindo de Melo Freire.

Arlindo era natural de Pendências, tinha 84 anos, e possuía a carteira número 42 do SINDJORN. Assumiu a presidência do Sindicato em 1979 e foi homenageado em diversos congressos regionais de jornalistas e também no nacional em 2011. Diante de sua importância, recebeu ainda a homenagem do sindicato dando o seu nome à biblioteca da entidade.

Arlindo de Melo Freire também era escritor e publicou o livro Guerra Infinita, sobre o extermínio dos indígenas no Estado. Foi correspondente do O Estado de São Paulo, trabalhou na Tribuna do Norte, TV Universitária e A Ordem entre outros veículos. Em 2012, a Câmara Municipal de Natal o homenageou dando o título de Cidadão Natalense.

A Diretoria do SINDJORN se solidariza a familiares e amigos de Arlindo Freire nesse momento de luto e esperança, que a sua história sirva de inspiração e coragem para as atuais e futuras gerações do jornalismo potiguar.

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