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Uma tristeza o trecho da BR 226 entre Triunfo Potiguar e Jucurutu. Buracos demais.
14h25. Trânsito neste domingo na reta Tabajara sentido Natal.
Uma tristeza o trecho da BR 226 entre Triunfo Potiguar e Jucurutu. Buracos demais.
Programa para financiar causa animal é apresentado em audiência pública
Uma audiência pública na Câmara Municipal de Natal tratou nesta quarta-feira (16) da criação de um programa municipal que direcione recursos de impostos para a causa animal e para a construção do Hospital Municipal Veterinário. A audiência foi proposta pelo vereador Klaus Araújo (SD) que pretende apresentar o projeto de lei em plenário, em regime de urgência.
“Encontramos uma forma lícita de financiar a causa. O que nós queremos é que, assim como a lei Djalma Maranhão, as empresas possam destinar parte do imposto, mas para projetos de ONGs e associações que tratem da causa animal em Natal, sendo identificadas com o selo amigo animal. Essa preocupação com o abandono de animais, maus tratos, disseminação de doenças, é uma questão de saúde pública e precisa de medidas e investimentos para a realização desse serviço de controle”, disse Klaus. Na Lei Djalma Maranhão as empresas destinam recursos para projetos culturais.
Para a vereadora Divaneide Basílio (PT), vice-presidente da Frente Parlamentar de Defesa dos Animais, o projeto soma ao processo de fortalecimento de uma política pública de proteção animal que a Câmara defende. A proposta foi bem recebida pelos presentes na audiência, que contou com a participação de protetores dos animais, representantes de ONGs e de órgãos como a Secretaria de Serviços Urbanos (Semsur) e Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
O chefe de apreensão de animais da Semsur, Antonio Falcão, destacou que é preciso reforçar campanhas educativas sobre tratamento e abandono de animais por parte da população. Foi discutida ainda a questão dos castra móveis que estão fixos no CCZ, o que dificulta o atendimento, segundo os protetores. “Nós estamos planejando as ações junto aos veterinários para consulta nas casas antes de levar os animais para castração, porque é preciso todo um processo de preparação do animal. Trabalhamos com ações planejadas para conter o controle populacional e para que as enfermidades não sejam transmitidas dos animais para humanos”, disse a veterinária do Centro de Zooneses, Lorena Moraes.
A proposta de criar um programa que direcione recursos para a causa animal deverá otimizar o serviço de proteção dos animais. “Hoje esse trabalho é feito de forma voluntária, ou por ONGs que necessitam de doações e que serão beneficiadas com recursos para ampliar esse trabalho de tratamento de animais e conscientização da população sobre a causa”, prevê a protetora Patrícia Macedo.
Texto: Cláudio Oliveira
Câmara Municipal do Natal – ASSECAM
Desde o último fim de semana, o Porto de Natal está utilizando todos os berços de atracação, inclusive, nesta terça-feira (16), atracou o “MS Pacific Princess”, um cruzeiro de propriedade da Princess Cruises, com 700 passageiros e 350 tripulantes vindos de Jamestown, Estado de Virgínia (EUA), para um dia de passeio na capital potiguar. O próximo destino é Fortaleza (CE).
O navio oferece diversas opções gastronômicas, com destaque para o restaurante de especialidades italianas, que foi votado como um dos “Melhores Restaurantes de Especialidades de Cruzeiro”. Dispõe, também, de lojas, cassino, biblioteca, piscinas, SPA, espaços para a prática de esportes, teatro e academia.
Além do cruzeiro, estão atracados no Porto de Natal o “Cayene” da CMA CGM, que transportará contêineres refrigerados com frutas para a Espanha; e o “CBO Niterói”, que chegou no dia 06 de abril para realizar serviços de manutenção na embarcação. Ainda, o “MV Federal Elbe”, que trouxe trigo do Uruguai para o Moinho Dias Branco, e a Fragata Liberal da Marinha do Brasil, desatracaram nesta manhã. Sem falar nas várias rotas semanais de embarcações de pequeno porte para o abastecimento do Arquipélago de Fernando de Noronha (PE).
O “Cayene” é o segundo navio da CMA CGM, empresa francesa que opera no Porto de Natal e retomou as atividades depois de paralisação no mês de março, quando foi estabelecido um diálogo com a nova diretoria da CODERN.
Flávio Rezende faz um relato da nossa viagem a Guamaré entre fotos e pescaria
Escritos da Alma – Por Flávio Rezende
– pensamentos vem, pensamentos vão…
O mano Jorge faz convite para fotografar Guamaré enquanto ele e Kleber pescam, aí sem pestanejar incluo Canindé Soares no pacote e jogamos corpos na estrada, embalados por desejos diferentes no mesmo destino.
Uma vez na cidade e focando sua orla, rios, embarcações, ângulos e seres, começo a pensar se seria bom ao aposentar, morar num lugar tranquilo, sem trânsito e tantos apelos para uma vida agitada.
Num certo momento desgarrado, bati pernas exageradamente e cansado procurei um lugar para refrigerar o juízo e amenizar os passos.
Nada interessante. Comecei a perceber o fecha-fecha e a fuga dos carros para Natal.
O juízo então mudou e percebeu que a tranquilidade pode ser boa, mas que eu não me adaptaria a ficar a semana sem um cinema, um barzinho legal para uma caranguejada completa e milhares de outras opções que só uma cidade grande oferta.
O pensamento veio e já se foi. Prefiro morar na capital.
Lembrei que essa mesma aproximação da aposentação já me fez pensar em Portugal, Flórida, Londres, com o pensar indo e vindo, depois de refletir sobre preço das coisas em dólar ou euro, ausência dos amigos para papos, xenofobia com estrangeiros, burocracia para estadia mais prolongada.
Assim é a nossa vida. Pensamentos chegam, as vezes estacionam, mas logo mandamos rodar. Vivemos esses dilemas em diversas fases e momentos e por coisas igualmente diferentes.
Se namoramos fulana ou sicrana, se ajudamos ou não uma determinada causa, se votamos a esquerda ou a direita.
Precisamos ver o que somos e os que nos cercam de maneira mais constante idem, quando decidimos a vera, qual rumo tomar.
Acredito que na hora certa a escolha pela profissão de jornalista foi um grande acerto, como a de escrever, agora de fotografar.
Sou feliz também com os dois filhos. Nem muitos para aperreio estressante, nem um só para ficar sempre receoso perder.
Tomei o rumo certo ainda em atividades econômicas, lugares para morar e viajar, relacionamentos familiares e o entrosamento social.
Fundar e dirigir uma organização social por muitos anos foi um desafio imenso, algo que olhando agora no retrovisor, reputo a mega aventura, como algo indescritível, tanto nas milhares de ações realizadas e vidas de certa forma tocadas, como a experiência em si de algo tão sério ser levado a cabo de forma tão simples e amorosa.
Pensamentos vem, pensamentos vão. Há um mês e pouco de dar um salto quântico em meu viver, deixando o trabalho tradicional de lado e mergulhando num oceano de atividades sem ponto, horário e remuneração, acredito ter acatado os pensamentos que me fizeram bem, sabendo escantear os que me afastariam do que hoje sou.
Então estou satisfeito com os que incorporei e assumi e, por isso, feliz sigo buscando sempre excelência na convivência e alegria na existência.
Flávio Rezende aos treze dias, mês quatro, ano dois mil e dezenove, 10h55. Praia de Ponta Negra.
Associação dos Escrivães lança projeto visando bem estar dos servidores
A Associação dos Escrivães de Polícia Civil do RN acaba de lançar um amplo projeto de cuidado aos seus associados, e que busca melhorar a qualidade de vida dos escrivães, diminuindo o número de afastamentos por motivo de saúde e um meio ambiente de trabalho mais saudável. O Projeto Assesp Cuida viabiliza o atendimento dos associados nas áreas de psicologia, fisioterapia e terapias integrativas por meio de parcerias com universidades e outras instituições, o que possibilita o oferecimento de serviços gratuitos, bem como alguns serviços com preços especiais.
Com o Assesp Cuida, a associação busca melhorar a qualidade de vida dos escrivães, diminuindo o número de afastamentos por motivo de saúde. “Atuando na reabilitação e na prevenção de enfermidades, buscamos a saúde integral dos escrivães, não apenas para melhorar o seu desempenho profissional, mas também para que tenha plenas condições de usufruir mais e melhor a sua vida com seus familiares e amigos, explica Carolina Campos, presidente da Assesp.
Atualmente, a Polícia Civil do RN conta com 23,37% de cargos de escrivão ocupados, dos 800 previstos em lei, o que significa o quantitativo de 187 escrivães ativos em todo estado. A falta de efetivo e as extenuantes atribuições dos escrivães de Polícia Civil ensejam enorme sobrecarga deste profissional raro na instituição. Muitas vezes os escrivães vão alem de suas funções, e exerce atribuições dos outros cargos ou responsabilidades administrativas que não estão previstas em lei.
Ademais não são observadas regras de ergonomia e segurança no trabalho dos escrivães, que trabalham em cadeiras inadequadas para a postura laboral, tendo em vista que esses profissionais permanecem muito tempo sentados, o que demanda maior atenção no mobiliário e cadeiras, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. Nossos profissionais ainda trabalham sem Equipamentos de Proteção Individual (EPI) como máscaras e luvas, extremamente necessários já que lidam diariamente com apreensão de drogas, objetos sujos inclusive de sangue, potencialmente infectáveis. Sem falar nas situações de assédio moral muitas vezes existentes nas delegacias.
“Esta é a realidade do escrivão de Polícia Civil do RN, sobrecarregado, doente física e mentalmente, pagando o preço pela falta de estrutura e efetivo do PCRN”, atesta Carolina. A presidente ressalta ainda a total inexistência de qualquer tipo de assistência de prevenção e reabilitação de doenças laborais na estrutura do estado.
Doenças do trabalho como LER/DORT, tais quais, tendinites, bursites, hérnia de disco são as mais comuns das causas de afastamento por enfermidade física. Sem contar as doenças que acometem a mente, como transtorno de ansiedade, pânico, depressão, entre outras.
É importante frisar que, apesar da implantação do Assesp Cuida, a associação não esquece de demandar o poder público, requerendo a solução dos problemas já existentes, seja em busca de medidas ou até mesmo em busca de recursos.
No ano de 2016, a Assesp demandou o Ministério Público do Trabalho acerca das estruturas inadequadas e insalubres das delegacias de plantão, tendo o mencionado órgão instaurado inquérito para esclarecer as denúncias, e, determinou que a Polícia Civil adequasse a estrutura física das unidades plantonistas da capital, a Delegacia de Plantão da Zona Sul mudou para o mesmo terreno da sede da Polícia Civil, e, a Delegacia de Plantão da Zona Sul foi recentemente reformada e conta com uma estrutura bem mais adequada que a anterior.
Para o sucesso do projeto, parcerias e convênios estão sendo firmados, buscando a responsabilidade social de empresas e autoridades públicas, já que o benefício é para toda a sociedade, que ganha com a prestação do serviço público realizado de forma adequada.
Iniciamos o projeto com atendimentos de fisioterapia e terapias integrativas na sede, além do atendimento psicológico em parceria com a UnP. Os escrivães que queiram atendimento, já podem agendar alguns atendimentos através do site da associação: www.assesprn.org, ou devem procurar a Assesp através dos telefones (84) 98767-5821 e (84) 3206-5821.



































