Marca Maxmeio

Notícias

2 de outubro às 01:32

Blog do Geraldo Jr, de cara nova

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Aconteceu neste sábado,  no restaurante Currais Novos, a apresentação para imprensa e convidados o novo formato do blog do seridoense Geraldo Jr.

www.geraldojr.com

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Aconteceu nesta terça-feira na Casa de Cultura de Currais Novos a abertura da exposição fotográfica “Espetáculo das Águas”, de minha autoria. São vinte fotografias feitas no inverno de 2008 das sangrias dos principais açudes do RN e da alegria do sertanejo nesse período do ano. Mas também entre as fotos desse momento espetacular onde a vida renasce e a fartura impera, duas são da tragédia da que aconteceu em Ipanguacu, onde a cidade foi quase totalmente  alagada. A exposição permanece aberta a visitação ate o dia 17 de outubro.

1 de outubro às 12:16

Minha Cidade do RN TV agora ao vivo.

Enviado em tempo real via celular por Canindé Soares

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30 de setembro às 01:02

A Maxmeio de Flávio Sales

Flávio Sales e sua competente equipe

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Flávio Rogério Sales Leandro: Flávio Maxmeio
Por Washington Rodrigues
        Há pessoas que se dedicam tanto ao que fazem no dia-a-dia do trabalho, que terminam personalizando a marca que representam e virando símbolos do mercado que atuam. Um exemplo dessa forte associação involuntária entre empresa x gestor é a do empresário Flávio Rogério Sales Leandro, natalense de 42 anos que o mundo do marketing digital conhece como Flávio Maxmeio.
            A facilidade com que ele se relaciona com as pessoas e a agilidade e segurança em prontamente entender e atender o que elas necessitam, são virtudes que, somadas ao seu carisma pessoal, o transformam em campeão de mercado. Quando Flávio entrou na Maxmeio, como sócio, em 2004, a empresa funcionava com 03 pessoas: o próprio Flávio, o sócio e fundador, o ator César Ferrário (do grupo Clows de Shakespeare), e um funcionário, Fernando Camarote.
Em 2008, Flávio adquiriu a parte do sócio e se tornou único dono da Max Meio. De lá para cá o crescimento foi vertiginoso. A Max ganhou sede própria, já tem 28 funcionários, virou nome fácil na boca de quem freqüenta e contrata o marketing digital e Flávio virou mais do que um empresário do ramo, se tornou um personagem.
Flávio provavelmente passa muito pouco tempo no computador, embora seja um expertise em sua área. Sua ocupação principal é atender os clientes (do maior empresário ao consumidor pessoa física que sonha em ter um blog, site ou portal), captar suas necessidades e, com um ou dois telefonemas, encaminhar o trabalho para os publicitários, cientistas da computação e web designers encarregados de executar os projetos.
Hoje são 28 funcionários que atendem pelo menos 100 clientes, entre eles marcas gigantes em se considerando apenas o mercado potiguar: os maiores shoppings, os maiores planos de saúde, as grandes faculdades, colégios tradicionais, políticos importantes e a blogueira mais acessada, Thaisa Galvão. Além do site www.canindesoares.com, outro campeão de acessos no RN.
Quer saber mais, visite o portal da agência, www.maxmeio.com
30 de setembro às 00:20

Nova diretoria no CCHLA da UFRN

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Nesta quinta-feira, 29, acontecu a solenidade de posse dos Professores Herculano Ricardo Campos e Maria das Graças Soares Rodrigues, nos cargos de Diretor e Vice-Diretor, do Centro de Ciências Humanas, Letra e Artes – CCHLA para o quadriênio 2011-2015
No próximo dia 4 de outubro, às 19h, na livraria Siciliano, do Midway Mall, será lançado o livro “Espaços Especiais Urbanos – Desafios à efetivação dos direitos ao meio ambiente e à moradia”. A obra literária é resultado da pesquisa realizada pela professora da UFRN e procuradora do município de Natal, Marise Costa, sobre importantes espaços urbanos (de proteção ambiental e de interesse social) e os direitos humanos fundamentais (ao meio ambiente e à moradia), a partir da realidade da cidade de Natal/RN.
O livro resgata a história do planejamento da cidade, visualizando a importância desses importantes espaços especiais, desde o Plano Serete (1968), passando pelos Planos Diretores de 1974, de 1984, de 1994 até chegar ao Plano de 2007 (e fazendo a distinção essencial entre essas normas).  Além disso, o livro também traz importantes fatos relacionados, especialmente, à elaboração dos Planos Diretores de 1994 e 2007 (registrando as polêmicas que ocorreram quando da elaboração e votação do Plano Diretor de 2007).  Marise Costa esteve diretamente envolvida na elaboração do Plano de 2007, como representante da Procuradoria Geral do Município de Natal. 
O livro “Espaços Especiais Urbanos” localiza na cidade a Zona de Proteção Ambiental (direito ao meio ambiente sadio), Áreas de Controle de Gabarito e Área Non Aedificandi (direito à paisagem), e Áreas Especiais de Interesse Social (direito à moradia). Esses espaços especiais, de enorme importância para a cidade e seus habitantes, foram constituídos através do tempo (grande parte deles através de importantes lutas e movimentos da sociedade) e estão sujeitos a perderem suas funções em face das pressões que se exercem pelo uso e ocupação do solo na cidade de Natal e pelas ações e omissões do Estado (especialmente através do Executivo e do Legislativo).  Exemplos: Áreas de Controle de Gabarito da ZET’s na orla marítima – permanente pressão pela desconstrução de sua proteção; ZPAs – omissão na regulamentação e alteração de suas normas de proteção (ZPA-5/Lagoinha, ZPA-7/Forte dos Reis Magos, ZPA-8/estuário do Potengi; AEIS – Mãe Luiza e as localizadas na orla costeira da cidade – grande pressão do mercado imobiliário para  a “retirada” para população pobre, considerando os interesses do mercado imobiliário.   
Pela primeira vez, um livro, objeto de uma tese de doutorado na área de planejamento urbano, vem visualizar e resgatar a trajetória da proteção legal a esses espaços especiais, assim como o processo de fragilização que incide sobre essa proteção. O livro vem trazer, de forma inédita, a intrínseca relação entre espaços urbanos e direitos humanos fundamentais; focalizando a cidade de Natal. O livro também revela, de forma clara, os problemas ocorridos na construção da legislação de planejamento e da gestão urbana e sua implementação em face de ações do Executivo e do Legislativo que, muitas vezes, tendem a beneficiar interesses privados (econômicos).
Ilustrado, com um grande número de fotografias do renomado fotógrafo Fernando Chiriboga, o livro também traz mapas e quadros que permitem uma melhor compreensão do tema. Além disso, o livro ainda contém um CD-room interativo, onde se visualiza seus principais aspectos.
 
Para quem se destina o livro?  Para todos os que se envolvem com a elaboração e efetivação das normas de planejamento urbano, como advogados, arquitetos e urbanistas, membros do Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e do Ministério Público, assim como movimentos sociais e ONG’s voltadas à defesa dos direitos fundamentais (especialmente o meio ambiente e a moradia), pesquisadores e estudantes dessas áreas, e ao público em geral.
 
Quem é a autora? Marise Costa de Souza Duarte é Procuradora do Município de Natal-RN há mais de 17 anos; Doutora em Arquitetura e Urbanismo – PPGAU/UFRN (Área de concentração: Urbanização, Projetos e Políticas Físico-Territoriais), com estágio de doutoramento na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra-Portugal; Mestre em Direito Público – DPU/UFRN; Especialista em Serviço Social – DESSO/UFRN; Professora de Legislação Ambiental, Direito Ambiental, Estatuto da Cidade e Plano Diretor, em cursos de pós-graduação da UFRN e da Universidade Potiguar – UNP e Pesquisadora colaboradora do GEHAU/UFRN. É também autora dos livros Coletânea da Legislação Ambiental do Município de Natal (1999), Meio Ambiente Sadio: direito fundamental em crise (2005); e co-autora do livro infantil A casa do telhado branco: uma história sobre consciência ambiental (2011), também possui capítulos publicados em livros de Direito Ambiental e da Advocacia Pública e de artigos em revistas e periódicos de Direito Ambiental, Direito Urbanístico e da Advocacia Pública.
 
O que Natal ganha com o livro? Principalmente o registro de uma história muitas vezes esquecida (com relação a espaços de enorme importância para a cidade), o que permite que seus habitantes possam melhor compreender essa história, com objetivo de influenciar no seu destino.   
 
Por Gustavo Farache

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