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Por Ana Lourdes Bal de Agecom/UFRN

Para preservar e facilitar o acesso de pesquisadores e alunos, a Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM) digitaliza jornais potiguares do século XIX. O processo foi realizado mediante parceria da biblioteca com o Laboratório de Imagens (LABIM/CCHLA), que digitalizou os microfilmes do acervo da BCZM entre 2011 e 2015. É um grande catálogo com mais de 15 GB de informação. Ele pode ser acessado aqui

Para Magnólia de Carvalho Andrade, diretora da BCZM, os jornais são de grande ajuda para os pesquisadores, “uma vez que podem acessar essa importante fonte de pesquisa histórica na comodidade de sua casa, principalmente neste momento em que as bibliotecas da UFRN estão fechadas para pesquisas em seu acervo físico”, complementa. 

O jornal mais antigo que se encontra entre os digitalizados é a edição de 22 de outubro de 1862 de O Barbeiro. “Todas as publicações tratam do cotidiano norte-rio-grandense nas mais diversas perspectivas. Portanto digitalizar esses documentos é, sobretudo, garantir sua preservação e permitir que estudantes e pesquisadores de hoje e do futuro conheçam nossa história”, diz Tércia Marques, bibliotecária, documentalista e chefe do Setor de Coleções Especiais da BCZM. 

No total, foram digitalizados 69 títulos de jornais, alguns são: A Ordem (1935-1952), A República (1889-1910), Brado Conservador (1877-1882), Diário do Natal (1893-1904), Gazeta do Natal (1888-1890), Oasis (1894-1895), O Caixeiro (1892-1894), O Macauense (1886-1889), O Nortista (1892-1895), O Povo (1889-1891), O Santelmo (1891-1893), Jornal das Moças (1926), Tribuna do Norte (1950 – presente ) e muitos outros.

Todos são de livre acesso pela página da BCZM, exceto a Tribuna do Norte, que é um jornal ainda corrente.

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