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Nesta segunda-feira (22) os delegados de Polícia do Rio Grande do Norte participaram de um movimento que aconteceu em todo o país, por mais proteção contra o coronavírus no ambiente de trabalho e de contestação às últimas mudanças na lei, consideradas prejudiciais à categoria, em forma de retirada de antigos direitos conquistados.
Aqui no estado a manifestação contou com a participação da Associação dos Delegados de Polícia Civil do RN (Adepol/RN) e outras entidades. “O objetivo foi chamar a atenção de toda a sociedade para a forma injusta com que o Governo Federal vem tratando os policiais do nosso país”, explicou a delegada Taís Aires, presidente da Adepol. Ela se refere por exemplo a perdas que vêm se acumulando desde a Reforma da Previdência, a PEC 186, que congela os salários dos policiais, e a Reforma Administrativa, que prevê a perda da estabilidade do serviço público. Na mesma ocasião os delegados pedirsm mais proteção no ambiente de trabalho no que diz respeito à pandemia da Covid-19. “Temos delegacias em que a situação está crítica. Policiais de uma mesma equipe adoecendo, perdendo familiares. Exigimos zelo por parte do poder público”, enfatiza a presidente.
A manifestação teve a duração de uma hora, das 15h às 16h, quando os delegados de Polícia foram para a frente das delegacias com as camisas da instituição e empunhando cartazes e faixas com palavras de ordem e as frases do protesto, como #PoliciaisSãoEssenciais. O movimento foi organizado pela União dos Policiais do Brasil e contou com a adesão de de várias instituições de classe, entre elas o Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis) e Assesp (Associação dos Escrivães de Polícia do RN), aqui do Rio Grande do Norte.
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