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Fotos: Carla Belke

 

A exposição “O rosto real nunca é suave” não foi apenas uma mostra fotográfica. Desde sua abertura foi promovida uma interação dinâmica com os visitantesOs fotógrafos Numo Rama, Carla Belke, Rhovani Bezerra, Silvia Batistuzzo, Simone Sodré e Hugo Macedo, que promoveram a exposição “O rosto real nunca é suave”, todos participantes do Movimento Alumiar e do Grupo 50 milímetros, promovem nesta sexta-feira, 23, um diálogo aberto para discutir fotografia.

“O evento será bem descontraído e não é necessário ser fotógrafo para participar desse diálogo informal. O artista plástico Pedro Pereira, por exemplo, já confirmou presença”, informou a expositora Silvia Batistuzzo.

Será a última atividade da exposição, que começou no dia 1º de agosto. “Queremos promover um diálogo livre, aberto, enfocando inclusive a linguagem fotográfica e a anarquia da ordem dos conceitos”, ressaltou Simone Sodré. “A idéia é que as pessoas tragam algumas fotografias impressas em qualquer tamanho para que elas sejam dispostas no salão e se fale e se pense sobre elas. A idéia é sentir as imagens. A idéia é quebrar mesmo, rasgar e desconstruir o que amordaça. A idéia é fazer do curador um curandeiro…”, sorriu Simone Sodré, referindo-se ao curador da exposição, Numo Rama. “As fotografias que já estão no salão compõem o cenário e certamente ali se dará uma interação”, concluiu.

Cenário
A exposição “O rosto real nunca é suave” não foi apenas uma mostra fotográfica. Desde sua abertura foi promovida uma interação dinâmica com os visitantes e o grupo se preocupou, também, em privilegiar pessoas com necessidades especiais. Tanto que no dia 08 recebeu a equipe da Comissão Permanente de Apoio a Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais da UFRN (CAENE) e alunos com deficiência visual do Projeto de Extensão Flauta Doce, coordenado pela professora Catarina Shin, da Escola de Música da UFRN (Grupo Esperança Viva), que visitaram a exposição que dispunha do Braille e contaram com a descrição das fotos e instalações.

Foi a primeira vez em Natal que uma exposição fotográfica ficou acessível a pessoas com necessidades especiais e também que os autores estavam disponíveis para conversar e ouvir, além de debater o tema da acessibilidade. (LS). – com Silvia Batistuzzo.

 

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