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NOTA

A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte – ADEPOL/RN, por meio de sua diretoria, vem a público lamentar a exoneração do diretor da Polícia Federal Dr. Maurício Valeixo e consequente pedido de exoneração do então ministro Sérgio Moro. Causam grande preocupação as afirmações do ex-ministro ao relatar tentativa de interferência política na polícia judiciária.
A Constituição Federal atribuiu a função de polícia judiciária (investigativa) à Polícia Federal, no âmbito da União, e às Polícias Civis, no âmbito estadual. Para o desempenho dessa importante missão, as polícias necessitam de liberdade para atuar com imparcialidade e altivez, buscando sempre atender ao interesse público, em estrita obediência às leis.
Nesse sentido, qualquer tentativa de ingerência sobre as polícias investigativas (Polícia Federal e Polícias Civis) constituem verdadeira afronta, não somente às citadas entidades, mas ao Estado Democrático de Direito. A exonerações ocorridas no dia de hoje, trazem à tona um anseio antigo das polícias judiciárias: a necessária AUTONOMIA, financeira, funcional e administrativa. Esta almejada autonomia se materializa, dentre outras formas, na inamovibilidade do delegado de polícia e mandato fixo para delegado geral, com participação da classe na escolha do seu dirigente.
Nesse contexto, vale salientar que, de forma pioneira, a Adepol/RN capitaneou, entre seus associados, a primeira eleição de lista tríplice para escolha do dirigente maior da Polícia Civil, que foi acatada pela atual gestão estadual, ao nomear a Dra. Ana Cláudia Saraiva como delegada geral. Ressaltando o respeito demonstrado pela chefe do Executivo, salientamos que este avanço não pode ficar adstrito à vontade dos governantes, e carece de amparo legal.
Nessa conjuntura, reiteramos que as polícias judiciárias (Polícia Civil e Polícia Federal) são órgãos de Estado, e não de governo. De tal modo, a autonomia há tanto almejada por essas instituições é o escudo necessário contra inferências políticas nesta função que é essencial à sociedade: investigar crimes.
Assim, conclamamos toda a classe política e toda a sociedade para abraçar a luta contra a impunidade e garantir às polícias judiciárias a tão necessária autonomia.

Natal/RN, 24 de abril de 2020.

Taís Aires T. M. da Costa
Delegada de Polícia Civil
Presidente da Adepol/RN

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, presidida pelo deputado Kleber Rodrigues (PL), reuniu-se nesta sexta-feira (24) para apreciar projetos de lei dos parlamentares.

Sob relatoria do deputado George Soares (PL), o projeto de autoria da deputada Isolda Dantas (PT), que cria o Dossiê Mulher Potiguar, foi aprovado pelos membros com duas modificações do texto, propostas pelo relator.

George Soares também foi relator do projeto do deputado Hermano Morais (PSB), que suspende os prazos relativos aos concursos públicos no RN em razão da Covid-19 enquanto durar o estado de calamidade. “Essas pessoas que estão na expectativa de ser chamadas poderão perder a vaga devido ao vencimento do prazo do concurso, por isso a preocupação em preservar o direito delas”, justificou o deputado Hermano.

Sobre o assunto, o deputado Coronel Azevedo (PSC) se mostrou preocupado se a suspensão prejudicaria a convocação de concursados da saúde, que estaria acontecendo neste período de pandemia, por isso sugeriu uma emenda ao projeto que protegesse isso. A emenda foi aceita pela comissão e pelo autor do projeto e a proposição foi aprovada.

Os projetos que estava sob responsabilidade da deputada Cristiane Dantas (SDD) para relatar foram: um da deputada Eudiane Macedo (Republicanos), que cria o aplicativo (app) SOS Mulher no âmbito RN, com objetivo de receber denúncias de violência contra a mulher, que foi aprovado; e o outro do deputado Kelps Lima (SDD), sobre a inclusão do álcool em gel na lista de produtos da cesta básica enquanto durar o decreto de calamidade pública, indicado com uma modificação no texto e a supressão de um artigo, mas também aprovado.

Entre os projetos apreciados e aprovados pela Comissão também estava do deputado Souza Neto (PSB), sobre a inclusão do festival do atum no calendário de eventos do Estado; e da deputada Isolda Dantas (PT), sobre o estabelecimento de medidas extraordinárias de garantia à oferta de produtos e insumos para conter a disseminação do novo Coronavírus (COVID-19). De acordo com o relator deste assunto, o parlamentar Francisco do PT, a matéria encontra amparo no Código de Defesa do Consumidor e visa conter aumento abusivo dos preços dos insumos e garantir direito das pessoas para que tenham acesso a esses produtos. O projeto prevê ainda sanções para estabelecimentos que aumentarem o preço sem qualquer justificativa.

Também teve parecer favorável, por unanimidade, o projeto de lei do deputado Kleber Rodrigues (PL) sobre a inclusão de medidas de conscientização, prevenção e combate à depressão, automutilação e suicídio, no projeto pedagógico elaborado pelas escolas públicas e privadas de educação básica do Estado do Rio Grande do Norte.

Já o projeto do deputado Coronel Azevedo (PSC), submetido à CCJ, foi transferido para a reunião seguinte da comissão devido a divergência suscitada pelo relator, deputado Hermano Morais (PSB), sobre haver vício de iniciativa do projeto. A proposição dispõe acerca do comparecimento dos servidores ativos vinculados ao sistema estadual de segurança pública, quando convocados na condição de testemunhas, vítima ou autores da prisão ou apreensão. Outra preocupação do relator diz respeito à menção de pagamento de diária operacional, que implica em despesa ao estado, por isso a necessidade de uma análise maior do assunto.

Por fim, as proposições sob relatoria do deputado Kleber Rodrigues foram apreciadas. Uma delas foi de iniciativa do deputado Sandro Pimentel (PSOL), que já havia sido modificada no âmbito das comissões legislativas e voltou. A matéria trata da obrigação das instituições bancárias públicas ou privadas e das cooperativas de crédito do RN de contratar vigilância armada para atuar 24h ininterruptas, inclusive em finais de semana e feriados. Ela foi aprovada pelos membros da com

O outro projeto de lei apresentado, mas que não foi apreciado pela comissão, foi de autoria do deputado Tomba Farias (PSDB), que autoriza a transferência de recursos estaduais aos municípios mediante ao projeto de lei orçamentária anual. O deputado Francisco do PT pediu vistas da proposta. Segundo ele, por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição há uma necessidade de uma melhor análise sobre o assunto para poder se posicionar.

Essa foi a primeira reunião extraordinária da Comissão em sistema remoto da Assembleia Legislativa do RN. As reuniões serão transmitidas pela TV Assembleia, no canal aberto 51.3, no site da ALRN e nas redes sociais @assembleiarn. A próxima reunião da CCJ será realizada na próxima terça-feira (28), às 14h.

O número crescente de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus, causador da covid-19, que tem acometido todo o planeta numa pandemia com alto nível de contágio, obriga o Governo do Estado do Rio do Grande do Norte a editar novo documento com medidas restritivas de combate e controle da doença, que tem levado inúmeras pessoas à morte em todo o mundo. O decreto Nº 29.634, publicado nesta quinta-feira (23), no Diário Oficial do RN, prorroga o período de isolamento social até o dia 05 de maio e amplia o leque de serviços essenciais, autorizados a funcionar de acordo com as regras de vigilância sanitária.

Para editar o novo decreto, o Governo do RN segue as recomendações de especialistas do mundo inteiro e do corpo de técnicos do RN, que falam sobre a necessidade de permanência do isolamento social. Pelo presente documento, que revoga o Decreto Estadual nº 29.583, de 1º de abril de 2020, continua suspenso o funcionamento de restaurantes, lanchonetes, praças de alimentação, praças de food trucks, bares e similares, salvo para entrega em domicílio (delivery) e como pontos de coleta (takeaway), sendo vedada a disponibilização de mesas e cadeiras.

A suspensão das atividades escolares foi estendida até o dia 31 de maio, no entanto, fica a Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC) autorizada a dispor sobre a antecipação do recesso escolar, ouvido o Conselho Estadual de Educação. As atividades coletivas de qualquer natureza, públicas ou privadas, incluindo eventos de massa, shows, atividades desportivas, feiras, exposições, carreatas, passeatas e congêneres, continuam vetadas.

A lista de atividades essenciais foi ampliada e inclui os serviço de podologia; construção civil; produção, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, higiene, alimentos, bebidas não alcoólicas, tecidos, aviamentos,  armarinhos, materiais de construção ou reforma e de suprimentos agrícolas, incluindo mercados, supermercados, hipermercados, quitandas, açougues, peixarias, padarias, distribuidores, atividades de venda e locação de automóveis, o funcionamento de lojas de construção com ar-condicionado e lojas de conveniência.

Os escritórios de advocacia privada também estão autorizados a funcionar, bem como atividades necessárias a viabilizar a entrega de cargas e o transporte em geral, incluindo oficinas, borracharias e lojas de autopeças; oficinas de máquinas e equipamentos agrícolas. Hotéis, flats, pousadas e acomodações similares; serviços de locação de máquinas, equipamentos e bens tangíveis; atividades de agências de emprego e trabalho temporário; serviços de reparo de computadores e bens pessoais domésticos e serviços de lavanderia; atividades financeiras, de seguros e de contabilidade; serviços de venda e locação de imóveis; e serviços de higiene pessoal, incluindo barbearias, cabeleireiros e manicures.

O novo decreto esclarece que a suspensão de atividades não atinge as indústrias e recomenda, sempre que possível, um horário exclusivo para o atendimento de clientes do grupo de risco da pandemia. Também recomenda a utilização de máscaras, sejam industriais ou caseiras, ao acesso dos estabelecimentos que estão em funcionamento.

A vigência dos Atestados de Vistoria do Corpo de Bombeiros e das licenças e autorizações do IDEMA, que vencerem até 05 de maio, fica prorrogada para o dia 24 de maio. O documento revoga as questões conflituosas envolvendo o horário de funcionamento dos supermercados.

A governadora Fátima Bezerra, o vice-governador Antenor Roberto e secretários estaduais se reuniram na última terça-feira (21), por videoconferência, com representantes da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern), Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio), Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (Fetronor), Federação da Agricultura e Pecuária do RN (Faern) e diversos sindicatos e representantes do setor produtivo potiguar para, em um diálogo aberto e democrático, discutir sobre as medidas restritivas que preveem o isolamento social, tido como uma das melhores armas no combate à propagação da pandemia da covid-19.

Para discutir e planejar as próximas ações na área, foi criado um Grupo de Trabalho com representantes do Governo, dos empresários, do comitê científico estadual e da Federação dos Municípios para, juntos, elaborarem um plano que visa a retomada do funcionamento do comércio e da economia em geral.

Assecom-RN

Em nova sessão remota realizada em caráter extraordinário pela Assembleia Legislativa do RN, nesta quarta-feira (22), os deputados aprovaram outros 27 decretos de calamidade pública para municípios do Rio Grande do Norte; debateram emendas e pautas do legislativo. As matérias foram aprovadas à unanimidade pelos 21 parlamentares que participaram da votação.

“A Assembleia Legislativa e os seus parlamentares, num momento delicado como esse que vivemos, cumpre com sua obrigação em apreciar e chancelar os decretos encaminhados ao Parlamento Estadual pelos municípios, mas é importante ressaltar que a execução dos atos é total e absoluta responsabilidade do gestor municipal, cabendo à Casa e demais órgãos responsáveis a fiscalização dos mesmos. Ainda assim, estou certo que os administradores hão de agir com toda a probidade e responsabilidade necessária”, disse o presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB).

Relator das matérias, o deputado Gustavo Carvalho (PSDB) reforçou a importância das iniciativas para o enfrentamento dos impactos causados pela pandemia nos municípios potiguares e apresentou parecer oral favorável – em substituição às Comissões Técnicas da Assembleia. “Não podemos fugir do nosso dever enquanto representantes do povo”, observou o parlamentar.

Os municípios que passam a compor a lista de cidades em estado de calamidade pública no RN são: Luiz Gomes; Parnamirim; Campo Grande; Caraúbas; Serra Negra; Senador Elói de Souza; Canguaretama; Bom Jesus; São João do Sabugi; Felipe Guerra; Jardim de Piranhas; Rodolfo Fernandes; José da Penha; Jucurutu; Currais Novos; São Miguel do Gostoso; Pedro Avelino; Jundiá; São Francisco do Oeste; Parelhas; Carnaubais; São Fernando; Passa e Fica; Paraú; São Bento do Trairí e Rio do Fogo. Além desses, também foi aprovada a prorrogação da situação no município de Janduís.

Os decretos de calamidade têm como base as Leis Orgânicas dos Municípios e levam em consideração o Estado de Emergência em Saúde Pública (ESPIN), decretado pelo Ministério da Saúde em virtude do novo Coronavírus, e a declaração da condição de transmissão pandêmica anunciada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

O estado de calamidade pública é decretado em situações reconhecidamente anormais, decorrentes de desastres que causam danos graves à sociedade. Por demandarem medidas extremas, o gestor tem à sua disposição poderes que em situações normais seriam considerados abusivos, a fim de salvaguardar a população atingida. Além disso, passa a compartilhar responsabilidades com outros entes, principalmente o Governo Federal.

Durante a discussão das matérias na sessão extraordinária, os deputados reforçaram a importância da proposição e apreciação de medidas que busquem favorecer municípios, categorias e setores prejudicados com os efeitos da pandemia no Rio Grande do Norte, combatendo e minimizando seus impactos.

Também foi ressaltada a manutenção da atividade parlamentar durante este enfrentamento da pandemia, por parte da Assembleia Legislativa do RN. O Processo Legislativo Eletrônico (eLegis) está na sua totalidade disponível para trabalho remoto. Assim, todos os seus usuários, gabinetes, comissões, diretoria Legislativa, procuradoria Legislativa, por exemplo, podem trabalhar com o mesmo como o fazem quando nas atividades presenciais, proporcionando que a atividade Legislativa não sofra descontinuidade.

Para tramitação dos expedientes, a Assembleia Legislativa disponibilizou o e-mail secleg@al.rn.leg.br, através do qual a documentação pode ser remetida pelos municípios que desejam solicitar o reconhecimento de calamidade pública.

A partir desta quarta-feira (22), o Sine-RN vai disponibilizar atendimento presencial em sua unidade matriz, em Candelária, para atender os trabalhadores que necessitam dar entrada no Seguro Desemprego e estão encontrando dificuldades nos canais digitais.

“Para evitar aglomerações, o atendimento presencial será agendado exclusivamente por telefone”, explica Karla Veruska, subsecretária do Trabalho da Sethas, responsável pelo Sine-RN, que implementou a força tarefa com o apoio do governo do Estado para atender as necessidades da população.

Para marcar o seu horário ligue (84) 3232-7845, de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. O atendimento presencial será feito também de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. O Sine-RN Matriz fica localizado na rua Nossa Sra. de Candelária, em Candelária.

“Os usuários podem e devem continuar usando os serviços on-line do Sine, para evitar a propagação da Covid-19 e, se possível, priorizar não sair de casa. Os atendimentos presenciais são exclusivos para casos específicos que estão encontrando problema para resolver”, reforça Odeman Miranda, coordenador do Sine-RN.

O atendimento online, pelo aplicativo Sine Fácil do governo federal, continua. Ele permite ao trabalhador ver oportunidades de emprego, candidatar-se a vagas e também dar entrada no seguro-desemprego. Quem precisa dar entrada no seu seguro-desemprego tem outra alternativa também para fazer a solicitação sem sair de casa. É pelo site do Governo Federal (servicos.mte.gov.br).

Os líderes de blocos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte se reuniram por webconferência nesta segunda-feira (20) para debater requerimentos e projetos que precisam da avaliação dos representantes dos blocos e partidos. Durante a reunião, oito deputados lembraram matérias e aprovaram os novos 27 decretos de calamidade dos municípios no Rio Grande do Norte.

O presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) iniciou a reunião lembrando a importância dos cuidados com a saúde e os andamentos das atividades parlamentares de maneira remota. “Aprovamos a dispensa dos líderes em relação aos decretos de calamidade e o encaminhamento das pautas para a próxima sessão extraordinária na quarta, dia 22 de abril, e ordinária, na quinta (23) com transmissão ao vivo pela Tv Assembleia, site e redes sociais seguindo com a transparência do Legislativo”, garante o presidente Ezequiel Ferreira.

Em seguida, a deputada Isolda Dantas (PT) discorreu sobre a importância da análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e os projetos que beneficiem a população do Rio Grande do Norte.

Questões como a aprovação de projetos, como o Consórcio entre municípios foi frisada pelo deputado estadual George Soares (PL) que lembrou a tramitação e sugeriu a aprovação da criação de Consórcio entre os municípios para facilitar a pactuação através de convênio entre entes municipais, estaduais e federais.

Outro tema debatido também durante a reunião de líderes; os impactos financeiros e econômicos como a questão da reabertura do comércio e cobranças de atividades em escolas e universidades, com destaque para questões de inconstitucionalidade por competência. 

Sobre as matérias, o deputado estadual Kelps Lima (SDD) comentou a tramitação e o encaminhamento da pauta dos municípios que solicitaram decretos de calamidade.

A lista dos decretos contempla os municípios de Luiz Gomes; Parnamirim; Caraúbas; Serra Negra; Senador Elói de Souza; Canguaretama; Bom Jesus; São João do Sabugi; Felipe Guerra; Jardim de Piranhas; Rodolfo Fernandes; José da Penha; Jucurutu; Currais Novos; São Miguel do Gostoso; Pedro Avelino; Jundiá; São Francisco do Oeste; Parelhas; Carnaubais; São Fernando; Passa e Fica; Paraú; São Bento do Trairí; Janduís; Tibau do Sul e Rio do Fogo.

Em comentário, o presidente lembrou do sistema de informática e do Processo Legislativo Eletrônico (eLegis) para o acompanhamento das matérias legislativas. O sistema está disponível para trabalho remoto em sua totalidade contemplando todos os usuários, gabinetes, Comissões, Diretoria Legislativa, Procuradoria Legislativa é demais setores administrativos. “Esse foi um dos compromissos da nossa gestão neste momento de pandemia do novo Coronavírus e asseguramos que a atividade legislativa não sofresse descontinuidade“, destaca o presidente Ezequiel.

Em períodos de pandemia, o deputado Souza (PSB) comentou o cuidado dos parlamentares e a impossibilidade de aprovação de matérias que onerem o Executivo, além da tramitação dos projetos nas comissões.

Um dos assuntos mais destacados pelos deputados foi o estado de saúde do deputado estadual Hermano Morais (PSB) que está em tratamento em casa após diagnóstico da Covid-19. Todos desejaram breve recuperação ao parlamentar que está em isolamento domiciliar e com sintomas leves da doença.

Questões municipalistas como a compra de EPI’s pelas cidades do interior foram comentadas pelo deputado Dr. Bernardo Amorim (Avante).

Participaram da reunião o presidente Ezequiel Ferreira (PSDB); Gustavo Carvalho (PSDB); Dr. Bernardo Amorim (Avante); Coronel Azevedo (PSC); Souza (PSB); Kelps Lima (SDD); Isolda Dantas (PT) e o líder do governo, George Soares (PL).

O Governo do Estado, através da Secretaria da Saúde Pública (Sesap), divulgou neste sábado, 18, o programa Acolhe Saúde RN, que ofertará diárias com três refeições inclusas em hotel para cerca de 200 profissionais da rede estadual de Saúde que comprovarem a necessidade de se isolarem de familiares que sejam do grupo de risco, durante o enfrentamento à pandemia de Covid-19. 

O programa está sendo viabilizado por meio de uma parceria entre o Governo do RN e o Sistema da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (Fecomércio), que administra em regime de comodato o Hotel-Escola Senac Barreira Roxa. A ação envolveu a reformulação da estrutura do prédio, treinamento de funcionários para hotelaria hospitalar. Um aplicativo para cadastro dos profissionais que se candidatarem a uma vaga ficará disponível nas redes sociais da Sesap e do Hotel Barreira Roxa.

Os servidores serão identificados por um aplicativo de pedidos e ofertas de vagas, desenvolvido pelo LAIS (Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde/Hospital Universitário Onofre Lopes – HUOL/UFRN), que definirá os beneficiados a partir de critérios que classificarão o grau de exposição dos candidatos ao novo coronavírus. Os profissionais que comprovarem conviver com pessoas do grupo de risco, ou que tenham pessoas infectadas na mesma residência, poderão se hospedar na unidade durante suas folgas do trabalho. 

Para tanto, o Estado está investindo inicialmente o valor de R$ 159 mil, garantindo 30 dias de acolhimento para 106 profissionais por dia. Em contrapartida, a Fecomércio arca com o equivalente a R$ 350 mil por mês, como sua contribuição solidária aos profissionais que estão expondo a saúde para proteger a população do Rio Grande do Norte do avanço da Covid-19. 

No dia 22 de março, o Governo do RN e o Sistema Fecomércio RN anunciaram a destinação da estrutura do Hotel-Escola Senac Barreira Roxa como um importante ponto de apoio às ações emergenciais de controle da pandemia. Desde então, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN) e o Gabinete Civil (GAC-RN) têm trabalhado no desenvolvimento do programa, que poderá se estender para outros hotéis, os quais serão devidamente enquadrados no cumprimento dos protocolos dos órgãos de saúde. 

“A medida deve vigorar durante o período da pandemia e tem como objetivo evitar que esses servidores precisem se afastar do trabalho em consequência de contato com familiares que possam estar contaminados pelos vírus, como também evitar expor risco às pessoas do seu círculo familiar”, explicou Márcia Lucas, subsecretaria de Planejamento e Gestão da Sesap.

O Barreira Roxa será a segunda casa dos médicos, enfermeiros e profissionais da saúde em geral que comprovem conviver com pessoas dos grupos de risco ou que tenham pessoas infectadas pelo novo coronavírus. “Temos consciência da nossa responsabilidade social, e este é um momento de unirmos forças para superar esta crise”, afirmou o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

Para receber os profissionais da Saúde, o hotel implantou uma série de medidas de prevenção e adequação às normas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o atual momento de quarentena em todos os seus ambientes, como a separação das camas, mantendo 1,5 m de distância entre elas, e retirada de itens decorativos como abajures e cortinas.

Espaços de lazer como piscina, academia, salão de jogos, brinquedoteca, bar e café estão todos interditados para circulação. As três refeições diárias serão oferecidas no restaurante Newton Navarro, que terá espaços marcados para circulação e aproximação. Todos os processos de limpeza e higienização do hotel estão sendo reforçados com aplicação de álcool 70% em todas as superfícies, bem como a distribuição desse item em ambientes com maior circulação de pessoas. 

Os colaboradores trabalharão com equipamentos de proteção individual, receberam um treinamento especial sobre as condutas de segurança necessárias para recepcionar os profissionais de saúde e também foram vacinados contra a gripe (H1N1 e H3N2). Terão acesso ao hotel somente os colaboradores e profissionais da saúde que não tenham sido testados positivo para o coronavírus.

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora 47 reservatórios, com capacidade superior a cinco milhões de metros cúbicos, que compõem as reservas hídricas potiguares. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta segunda-feira (13), aponta que as reservas hídricas superficiais totais do Estado já acumulam 1.469.866.594 m³, que correspondem a 33,58% do total que as bacias hidrográficas estaduais conseguem acumular juntas, que é de 4.376.444842 m³. O percentual já ultrapassa o apresentado no final da quadra invernosa de 2019, quando as reservas eram de 1.457.375.984 m³, percentualmente, 33,30% do volume total de acumulação do RN.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório estadual, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, está represando, atualmente, 815.423.127 m³, o que corresponde a 34,36% do seu volume máximo. No dia 13 de abril de 2019, o manancial estava com 707.996.000 m³, percentualmente, 29,50% da sua capacidade total. No final da quadra invernosa do ano passado o manancial estava com 34,69% do seu volume máximo.

Segundo maior reservatório estadual, a barragem Santa Cruz do Apodi acumula atualmente 173.878.920 m³, que correspondem a 28,99% da sua capacidade total que é de 599.712.000 m³ . Em meados e abril do ano passado o manancial estava com 152.247.518 m³, percentualmente, 25,39% do seu volume máximo. O volume atual da barragem já ultrapassa o apresentado no final de maio do ano passado, quando o reservatório estava com 25,46% da sua capacidade.

O reservatório Umari, localizado em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula atualmente, 146.584.971 m³, percentualmente, 50,06% do seu volume máximo. No mesmo período de 2019, o manancial acumulava 119.531.774 m³, correspondentes a 40,82% da sua capacidade total. No final do inverno do ano passado o açude apresentava 41,14% do seu volume máximo.

A barragem de Pau dos Ferros manteve o volume apresentado no último relatório. O reservatório acumula 13.674.986 m³, percentualmente, 24,93% da sua capacidade total que é de 54.846.000 m³. Este é o maior volume acumulado pelo manancial desde 2012.

O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, acumula atualmente 12.323.872 m³, correspondentes a 27,74% da sua capacidade total, que é de 44.421.480 m³. Em meados de abril do ano passado o reservatório ainda estava seco. Ao final do inverno o volume represado pela barragem era de 0,61%.

Os reservatórios que apresentam volumes acima dos 60% das suas capacidades são: Santana, localizado em Rafael Fernandes, com 69%; o açude de Marcelino Vieira, com 62,94%; Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes, com 89,37%; Morcego, em Campo Grande, com 60,43%; Rodeador, em Umarizal, com 63,36% e Mendubim, em Assu, com 79,7%.

Dos 47 mananciais monitorados pelo Igarn, 5 permanecem em nível de alerta, com volumes inferiores a 10% da sua capacidade total, o que corresponde a 10,63% dos mananciais. Já os que estão secos são 2, percentualmente, 4,25% dos açudes monitorados. No mesmo período do ano passado os reservatórios com menos de 10% da sua capacidade total eram 10, percentualmente, 21,27% dos mananciais monitorados. Já os secos eram 5, percentualmente, 10,63%.

Os mananciais que permanecem em nível de alerta são: Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com 1,66% (porém o reservatório passa por obras não sendo possível grande acumulo); o açude Itans, em Caicó, que está com 3,82%; açude Esguicho, em Ouro Branco, com 1,11% ; açude Zangarelhas, em Jardim do Seridó, com 0,95% e o açude Jesus, Maria José, localizado em Tenente Ananias, que está com 9,71% da sua capacidade total.

Os reservatórios que permanecem secos são: o açude Inharé, localizado em Santa Cruz e o açude Trairi, em Tangará.

Atento às necessidades impostas à sociedade pela pandemia do novo Coronavírus, o deputado Hermano Morais (PSB) encaminhou requerimento à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) solicitando a instalação de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) em hospitais regionais do Rio Grande do Norte. Ao todo, o parlamentar requer 10 novos leitos de UTI, sendo cinco em João Câmara e outros cinco em Apodi.

“Apesar de recentemente reformado, o Hospital Regional Josefa Alves Godeiro, em João Câmara não tem sequer uma UTI e, portanto, o pleito se torna urgente em precaução ao Coronavírus. Vale ressaltar que o local recebe pacientes de toda a Região do Mato Grande”, justifica o documento apresentado por Hermano.

No tocante ao pleito para atender ao Hospital Regional Hélio Morais Marinho, em Apodi, o parlamentar explica que o município apresenta casos confirmados de Covid-19, registando inclusive uma vítima fatal. Hermano chama a atenção também para “a proximidade do município com Mossoró, cidade com maior número de mortes no RN pela doença”, alerta ele.

De acordo com o último boletim epidemiológico emitido pela Sesap, no último dia 15 de abril, o Rio Grande do Norte registra 339 casos confirmados de Covid-19, 2.247 suspeitos e 19 óbitos.

Por João Pedrosa de Ascom MEJC

O Ministério da Saúde já havia publicado, em seu boletim epidemiológico, a inclusão de gestantes de alto risco e de puérperas como grupo de risco da Covid-19. A ampliação da classificação, incluindo todas as grávidas no grupo de risco de contaminação pelo novo coronavírus, na última sexta-feira, 10, veio a partir do registro de mortes de gestantes no país, algumas até com histórico de vida saudável e sem doenças preexistentes. O distanciamento social, já recomendado pelos médicos, agora ganhou mais força e gestantes e puérperas devem ficar em casa.

O ginecologista e obstetra da rede Ebserh, Ricardo Cobucci, que atua na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC/UFRN), ressalta que todo cuidado é pouco, até mesmo pela própria condição de risco da gestação que cursa com queda da imunidade, pelas alterações que podem predispor ao surgimento de quadros graves da Covid-19 e, por algumas gestantes, nesse tempo de pandemia, pela alteração do estado emocional, que fica fragilizado.

“A condição de vulnerabilidade emocional, o fato de não saber quando este período de quarentena vai passar, se vai durar toda a sua gestação, só aumenta a ansiedade da gestante e requer cuidados”, afirma o especialista que respondeu a algumas perguntas pertinentes com orientações importantes para este momento.

Veja a entrevista com o especialista.

  1. Quais riscos a grávida corre neste período de pandemia?

São os mesmos que toda a população corre. O risco de contaminação é alto se não seguirem as orientações que o MS e a Organização Mundial de Saúde (OMS) preconizam: lavagem das mãos com água e sabão frequentemente; uso de álcool gel a 70% em situações que não for possível lavar as mãos com água e sabão; usar máscara quando for extremamente necessário se deslocar nas ruas, seja para uma consulta do pré-natal, para a realização de exames ou uma ida à maternidade; manter o isolamento social, ficando em casa; evitar contato próximo e íntimo com as pessoas, como abraço e aperto de mão; afastar-se de pessoas do grupo de risco, como idosos e as próprias gestantes; em casa ter medidas de higiene, como a lavagem de frutas e verduras, dos ambientes com desinfetantes e a higienização das superfícies dos móveis com álcool 70%; para as pessoas que vierem de fora de casa, ter cuidados com relação à entrada na casa com roupas contaminadas; e, preferencialmente, evitem receber visitas.

  1. Qual fase da gestação requer mais cuidado?

Não existem evidências científicas que comprovem a fase que exige mais cuidado. A recomendação é que, durante toda a gestação, o cuidado seja ampliado, para não ocorrer contaminação, uma vez que o risco de contágio pelo vírus é alto para qualquer pessoa. A Covid-19 ainda é uma doença desconhecida para nós, médicos, no que tange às reações que podem ser geradas tanto no início quanto no final da gestação. Mas já há evidências que em gestantes há maior risco de pneumonia grave causada pelo vírus.

  1. Assim como o restante da população, a grávida deve evitar ir ao hospital ou consultório médico? Como fazer para monitorar o bebê nesse período?

Sabemos que o pré-natal é fundamental para a saúde da mãe e do bebê, mas em um período de pandemia, como este que estamos vivendo, é importante ressaltar a necessidade do isolamento social, reduzir as idas ao médico, realizar o pré-natal de uma forma mais espaçada. Exames laboratoriais e de ultrassom, por exemplo, só devem ser feitos em último caso, com extrema indicação médica. Atualmente, a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia recomenda uma consulta presencial com médico e enfermeiro até o terceiro mês, para identificar riscos, a segunda consulta entre 5 e 6 meses, outra entre 7 e 8 meses e a última próxima à data provável do parto. Claro, se tiver algum tipo de intercorrência ou for o caso de uma gestação de alto risco, ou estiver apresentando sintomas da Covid-19, como febre alta, dores no corpo, cansaço, secreção nasal, tosse seca, espirro, é importante que a paciente não subestime esses sintomas e procure uma Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua casa ou até mesmo se dirija à emergência da maternidade. Mas, se puder esperar quando não estiver apresentando sintomas, ficar em casa é mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê.

  1. No caso de gestantes portadoras de alguma doença crônica virem a ser contaminadas, a situação pode se agravar?

Nas gestantes portadoras de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e asma, os riscos para evoluírem para o quadro grave da infecção pelo coronavírus é muito maior, assim como é para as demais pessoas que possuem doenças crônicas. Essas pacientes precisam frequentar o pré-natal de alto risco, conversar com o médico e solicitar que sejam afastadas de suas atividades profissionais. No primeiro sintoma de quadro gripal com febre, espirros, nariz escorrendo e dor no corpo, elas devem procurar a emergência da maternidade para serem atendidas. Se confirmado o diagnóstico da Covid-19, deve ser iniciado o tratamento, evitando, assim, a evolução do quadro.

  1. Após o parto, quais os cuidados que a puérpera e o recém-nascido devem ter?

Ter coronavírus não significa ter de fazer cesariana. A recomendação para as mães que já tiveram seus filhos por parto normal ou cesariana é que fiquem em um quarto isolado, sendo acompanhadas apenas por uma pessoa da família. Não é recomendada a troca de acompanhante, que também precisa ter todos os cuidados de higiene, como a lavagem de mãos e o uso de máscara. Com relação à alta hospitalar, se correr tudo bem, a paciente poderá receber alta após 24 horas, em caso de parto normal, e 36 horas após cesárea. 

Não é proibido amamentar o bebê, mas é importante ter cuidados com a higienização, tais como: lavar as mãos com água e sabão, antes e após a amamentação e ordenha do leite, usar máscara durante as mamadas, lavar as mamas antes de amamentar e ordenhar o leite e higienizar com água e sabão o material usado na ordenha. Em casa, a recomendação é manter o berço a uma distância aproximada de 2 metros da cama da mãe, higienizar as roupas do bebê, evitar o contato íntimo de pessoas com o recém-nascido e, caso o bebê apresente algum sintoma de gripe, procurar imediatamente o médico. Os pais devem, sempre antes de tocar o bebê, lavar as mãos e colocar máscaras para evitar a contaminação dos filhos.

Cuidado especial

Uma vez que todo o atendimento ambulatorial e as consultas e cirurgias eletivas estão suspensa neste período de pandemia, a MEJC disponibilizou consultas online para as pacientes com pré-natal de alto risco. Por meio de um aplicativo de chamada, semanalmente, o médico entra em contato com as pacientes e realiza as consultas e recomendações a distância. Em seguida, as pacientes que necessitam de consulta presencial são atendidas diariamente no turno da tarde, com o número máximo de cinco pacientes por turno.

Segundo a gerente de Atenção à Saúde da Maternidade, Maria da Guia, esta é uma forma de continuar prestando assistência e auxiliando as pacientes. “Estamos vivendo um momento de readaptação social, com novos formatos de relações e de contato humano. Como instituição de referência na gestação de alto risco, temos um compromisso humano e assistencial com nossas pacientes e, portanto, foi necessário criar novas formas de atendimento, ainda mais porque as gestantes fazem parte do grupo de risco”, comentou.

Atuação da Rede Ebserh

Desde os primeiros anúncios sobre a Covid-19, a rede Ebserh tem trabalhando em parceria direta com os ministérios da Saúde e da Educação, com participação nos Centros de Operações de Emergência (COE) desses órgãos, e tendo como diretrizes o monitoramento da situação no país e em suas 40 unidades hospitalares. Também tem atuado na realização de treinamento de funcionários da rede, promoção de webaulas, definição de fluxos e instituição de câmaras técnicas de discussões com especialistas.

Em algumas regiões, as unidades da rede Ebserh têm atuado como hospitais de referência ao enfrentamento da Covid-19, enquanto que outras atuam como retaguarda em atendimentos assistenciais para a população, por meio do Sistema Único de Saúde.

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